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Planejamento Estratégico

O custo da ineficiência

Moises Bagagi

Publicado em 10/11/2017 às 10:19

As empresas não têm tido vida fácil. Cenário econômico em lenta recuperação, concorrência cada vez mais agressiva, clientes cada vez menos fiéis e margens espremidas são apenas alguns dos desafios atuais. Logo, as empresas não podem errar em suas inserções, sejam estratégicas, operacionais ou financeiras.

A ferramenta que mais ajuda a não cometer erros acaba sendo “esquecida” pelos gestores, principalmente em empresas de menor porte e poderio financeiro, o planejamento.

Planejamento envolve o conhecimento do seu produto ou serviço, necessidade do cliente, competências da concorrência, tempo e escopo necessários, ferramentas, produtos ou mão de obra específica, entre outros. Ou seja, se não for tudo muito bem esquadrinhado, erros irão acontecer e isso, afetará imediatamente o resultado da empresa. Além, de arranhar sua imagem junto ao cliente.

Tratando de ineficiências – que podem ser muitas – é importante destacar duas delas: a ineficiência operacional e da gestão.

A ineficiência de gestão ocorre quando a empresa não tem preparo para crescer, quando não consegue estruturar suas operações, quando não consegue manter equipes coesas e de alta performance, quando não obtém resultados financeiros adequados e não têm controles adequados, sejam de informações, clientes, mercado e outros.

Já a ineficiência operacional ocorre quando a empresa não consegue executar de maneira adequada o que oferece a seus clientes. Perde prazos, não entrega os produtos certos, não comparece às visitas comerciais, não faz pós-venda, instala produtos de forma inadequada (chega ao cúmulo de não ter ferramentas adequadas ou de esquecer algum material) e não treina seus colaboradores.

 

Há muito mais o que citar sobre ineficiências, mas ambas já são suficientes para mostrar aos gestores que muitas vezes o motivo de suas empresas terem baixo desempenho é sua própria ineficiência.

Gestão e operação se complementam, e se uma vai mal, a outra vai junto. Se uma não faz planejamento, a outra fica “perdida no meio do tiroteio” que é o dia a dia. Ter colaboradores engajados e bem dispostos não basta. Ter talentos nas empresas não basta. É preciso criar mecanismos de sincronicidade para que tudo funcione adequadamente.

 

É nesse momento que a empresa se dá conta de que sem planejamento, suas ações são totalmente aleatórias e com altíssima probabilidade de erros. Sem um plano adequado, não se sabe qual o objetivo a ser atingido, quanto mais, como fazer isso. Por isso, é essencial um bom planejamento, adequado à realidade de cada empresa e que seja constantemente analisado e revisado, não somente nas questões financeiras, mas envolvendo a eficiência da gestão e da operação.

 

A ineficiência pode acabar com muitas empresas. O mercado é uma competição. E neste campeonato, ganha quem erra menos.

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Moises Bagagi

Planejamento Estratégico

É mestre em Economia e Mercados, com MBA em Finanças. É professor em cursos de graduação e pós-graduação em economia, planejamento e controladoria e diretor de projetos na Opportunity Consult. Dê sua opinião sobre este artigo ou faça sugestões para nossos colunistas, envie seu e-mail.
 

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