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Vendas

Quem tem medo de 2011?

Luiz Marins

Publicado em 10/03/2011 às 12:03

Vai ter medo de 2011 aquela pessoa – seja profissional ou empresário – que não se preparar para um tempo de grande mudança na visão externa do Brasil. Grandes universidades, revistas econômicas e jornais especializados afirmam com ênfase que o Brasil terá uma grande visibilidade internacional nos próximos anos e isso, com certeza aumentará a competição, pois investidores externos virão para cá com muita força. A Europa está com muitos problemas – a Grécia, a Irlanda, Portugal, Espanha e mesmo a Itália estão enfrentando problemas econômicos sérios que exigirão grandes cortes de investimentos. Os Estados Unidos estão igualmente com dificuldades para resolverem seus problemas, ainda rescaldo da grande crise de 2008.

 Pesquisa feita pela UNCTAD – Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento – coloca o Brasil em terceiro lugar como país preferido para receber investimentos de empresas transnacionais, logo após a China e Índia, ultrapassando os Estados Unidos que passaram de segundo lugar para a quarta colocação.  A revista The Economist – a mais importante revista de economia do mundo – declarou que as duas edições mais vendidas de sua história – desde setembro de 1843 – foram as duas que têm como capa matérias sobre o Brasil.

 As vantagens estratégicas comparativas do Brasil são visíveis – um enorme mercado interno; um estoque genético riquíssimo que estimula a adaptação e a tolerância; petróleo; minérios e, principalmente disponibilidade de terras agriculturáveis e muita água. O relatório mundial da água de 2009 da ONU afirma que o Brasil com 190 milhões de habitantes tem mais água disponível que a Ásia com 4 bilhões de pessoas.

 Assim, terá medo de 2011 quem continuar a insistir em ver somente o lado negativo do Brasil e não se atentar para as oportunidades que existem e as que virão a existir nos próximos anos.

 Agora é hora de capacitar melhor nossos colaboradores e investir em tecnologia. Só com gente excelente e tecnologia conseguiremos competir nestes novos tempos de integração internacional e prosperidade.

 Pense nisso. Sucesso!