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Tendências

Hiperconvergência

Por André Geniselli

Publicado em 03/07/2017 às 10:16

Soluções Inovadoras e Rentáveis

Cada vez mais em alta dentro das grandes empresas, a Hiperconvergência também representa boas oportunidades para quem revende tecnologia: segundo o Gartner, o mercado de sistemas hiperconvergentes integrados (HCIS) movimentou cerca de US$ 2,2 bi ao redor do planeta, em 2016. E a boa notícia é que esse número está só começando a crescer

 

Puxado pelos sinais da recuperação econômica, o mercado de TI está, aos poucos, também recuperando os investimentos. Para transformar esse otimismo em realidade, no entanto, a verdade é que o setor de TIC vem contando com alguns aliados – e, entre eles, destaque especial para uma área: a hiperconvergência.

O crescimento da procura por soluções deste segmento, por aqui, é evidente e segue uma tendência global: segundo dados do Gartner, por exemplo, os sistemas hiperconvergentes integrados movimentaram 2,2 bilhões de dólares, no ano passado – em alta de mais de 70% em relação a 2015. Para os próximos anos, a perspectiva é ainda melhor: entre 2019-2020, a consultoria Forrester aponta que este mercado poderá faturar quase US$ 5 bilhões.

Motivos para este avanço não faltam. O principal deles é a vantagem que os sistemas hiperconvergentes (ou Data Center Definido por Software) representam aos clientes, por promover a combinação de componentes virtuais e físicos em um único dispositivo controlado por software. Hoje, as soluções podem gerenciar servidores, switches de redes e hardware de armazenamento, entre outros, de forma mais escalável e com melhor Custo X Benefício do que as propostas tradicionais.

A lista de efeitos práticos criada a partir deste controle hiperconvergente é ampla e inclui pontos como a redução de tempo, maior visibilidade das operações e a inclusão de recursos mais alinhados à transformação digital, com impulso às tecnologias de conexão sem fio ou de análise de dados.

 

As novidades da Hiperconvergência

 

A infraestrutura hiperconvergente (HCI ou Hyper-converged infrastructure) tem se mostrado atraente para as empresas por permitir a convergência do armazenamento físico em servidores x86 padrão – e, além disso, possibilita agregar novos avanços para a virtualização de servidores. Por outro lado, porém, é fato que alguns CIOs ainda se mantêm reticentes à troca, por conta dos custos e de dúvidas – afinal de contas, vale dizer que essa substituição exige a mudança da infraestrutura antiga.

Para resolver essa questão e expandir a hiperconvergência ainda mais, as fabricantes estão desenvolvendo uma série de novidades. Este é o caso, por exemplo, da Lenovo, que tem investido em soluções de hardware próprias e parceria com líderes do mercado de softwares para reforçar seu portfólio de gerenciamento de servidores, storage e outros.

Neste contexto, a Lenovo conta com soluções para data center que integram armazenamento, processamento e virtualização em um único ponto. “Em um mercado tão dinâmico como o da Tecnologia da Informação, os fornecedores devem estar preparados para oferecer novas tecnologias saindo do tradicional e apresentando soluções inovadoras como a Hiperconvergência”, explica Daniel Goldener, gerente de Produtos para Datacenter da Lenovo Brasil.

Soluções inovadoras, que integram computação, armazenamento e rede, definido por software em uma plataforma única, fácil de gerenciar, definida pelo software. Esta é a definição da Hewlett-Packard Enterprise (HPE) sobre o que é a Hiperconvergência. “As soluções altamente convergentes habilitam a TI fornecendo uma plataforma simples, eficiente e definida por software que combina tudo abaixo do hipervisor e fornece a agilidade e a economia da nuvem com as capacidades corporativas da infraestrutura legada prévia”, conta Rodrigo Guercio, diretor de Soluções e Tecnologia da marca no país.

 O executivo afirma, ainda, que o mercado de hiperconvergência no Brasil vem crescendo cada vez mais rápido e apresenta um potencial bastante interessante ao futuro. “A TI está sob tremenda pressão para ser mais rápida e ágil. Processos manuais complexos e infraestrutura não integrada não podem fornecer simplicidade e velocidade necessárias para atender às demandas de negócio das empresas”, relata.

Pensando nisso, a HPE vem fazendo várias aquisições que, entre outros motivos, visam posicionar a marca de maneira ainda mais completa neste mercado, já que a plataforma apresenta aos clientes uma solução de gestão/integração com nuvens híbridas.

Para a Riverbed o setor viabiliza a redução dos custos operacionais recorrentes e de propriedade de ativos de TI de forma significativa. “A tecnologia também habilita novas formas de negócios, trazendo a facilidade das operações descontinuadas para ambientes críticos ou não-críticos da empresa. Isso significa que, mesmo diante da indisponibilidade de conectividade de rede, as aplicações e servidores continuarão funcionando como se nada tivesse ocorrido. Com os dados armazenados no datacenter”, agrega Eduardo Lopes, country manager da companhia no Brasil.

Lopes acrescenta que para atender a demanda a companhia traz ao segmento a solução Riverbed SteelFusion, solução de Borda Definida de Software (SD-Edge, WAN-Edge) para escritórios e localidades remotas (ROBO – Remote office, Branch Office) que oferece desempenho local por permitir operações sem a necessidade de conectividade de rede, ao mesmo tempo que habilita a convergência de dados, virtualização, provisionamento e recuperação instantânea de serviços. “Tudo isso com a garantia de segurança de armazenamento e transmissão de dados encriptados e integração com clouds públicas e privadas”, pontua o executivo.

Quem também aposta no mercado HCI é a Dell-EMC. “O HCI é a parte do mercado de infraestrutura de TI que cresce mais rápido, pois os clientes querem uma simplificação radical da infraestrutura, e a Dell EMC é o fornecedor que mais cresce nesse segmento, com sólido portfólio”, diz Chad Sakac, presidente do departamento de Plataformas e Soluções Convergentes da empresa.

Nesse cenário em franco desenvolvimento, a marca lançou, em maio, seu plano de atualização do portfólio, que prevê diversas novidades para os próximos meses. Entre os itens a serem incluídos, destaque à oferta dos novos appliances Dell EMC VxRail, sistemas VxRack e sua nova série XC. A ideia é eliminar as barreiras para a adoção da infraestrutura convergente (HCI) com várias novidades voltadas a diferentes verticais e demandas de negócios.

 

Agregando valor à Infraestrutura de TI

 

O mercado hiperconvergente vem caminhando com um objetivo claro: simplificar o ambiente de TI dos clientes. Hoje, porém, uma das estratégias para ampliar as vendas vai em outra direção, deixando de lado o discurso puramente técnico para explorar cada vez mais as vantagens e inovações que estes sistemas agregam para colaborar efetivamente no dia a dia dos consumidores.

Mostrar o lado prático, por exemplo, é a meta da Oracle. “Acreditamos que a hiperconvergência vai além da simples união de componentes em um único pacote. Além de combinar computação, armazenamento e rede em uma única camada para resolver problemas de negócio, trabalhamos para também oferecer Banco de Dados e Aplicativos nesta camada de Infraestrutura com os Engineered Systems”, destaca José Eduardo Braz de Souza Ferreira, Systems Sales Director da Oracle Brasil.

 

Para alcançar este resultado, a companhia dispõe de portfólio em formatos On Premisses, Nuvem Privada ou Nuvem Híbrida permitindo aos clientes a migração de aplicações para dentro ou fora da nuvem de forma transparente.

A grande explicação para o sucesso da hiperconvergência, portanto, está no fato de que a rede de TI nunca foi tão importante para o mercado corporativo. Por isso, Sho Funatsu, engenheiro sênior de sistemas da Cisco América Latina para hiperconvergência de infraestrutura, avalia que os HCI não podem mais ser entregues do mesmo jeito como foi concebida a convergência no final dos anos 2000. “Caso contrário, não extrairá o melhor dos benefícios inerentes de simplificação, ou pior, poderá deixar a impressão de ser uma tecnologia efêmera, uma modinha”, resume.

Na visão da Cisco, para extrair o melhor da hiperconvergência, é essencial adicionar a interconexão entre os servidores físicos que personificam os nós hiperconvergentes. “Essa interligação, no caso, é o que permite a orquestração não apenas da instalação, mas também a gerência de toda a operação do data center”, diz Funatsu.

Como destaque, a empresa oferece a linha HyperFlex. “Este não é apenas um modelo de consumo de infraestrutura de data center (computação, armazenamento e redes), mas também uma resposta aos desafios apresentados pelos nossos clientes”, afirma o especialista. A solução prevê implementação rápida e com redução de até 80% no armazenamento de dados a partir da união das redes definidas por software ao sistema de computação Cisco UCS.

Com um portfólio diverso, a Arrow ECS vê a Hiperconvergência / Data Center definido por Software como uma das principais tendências para o futuro da TI. “A Arrow apoia seus canais em todas as etapas. Nossa meta é de agregar valor e estabelecer relacionamentos de longo prazo, trazendo o conceito global “Five Years Out” (que engloba a Hiperconvergência como uma de suas apostas) para que os canais sempre estejam à frente do seu tempo, alinhados com a inovação e antecipando tendências”, diz Ronaldo Miranda, VP da distribuidora no país.

Hoje a oferta da distribuidora inclui empresas como Nutanix, Lenovo, Dell-EMC, VMware, entre outras, para agregar mais diferenciais e complementar as opções à disposição dos canais. “Oferecemos aos canais soluções de TI e Serviços, compostas por um mix de soluções líderes de mercado, desenvolvidas caso a caso e de acordo com a necessidade de cada projeto. Podemos, por exemplo, levar a mobilidade aos projetos de Data Center e Hiperconvergência e adicionar segurança. Esse é a nossa expertise”, fala Miranda.

 

Mais desempenho e simplicidade na prática

 

Com a transformação digital, as áreas de tecnologia precisam disponibilizar plataformas e recursos rapidamente e, ao mesmo tempo, manter a segurança e a gestão com a melhor relação custo X benefício. “A hiperconvergência permite criar uma estrutura horizontal que é mais escalável, eficiente, controlável e protegida. Sem dúvida, quando comparada ao modelo tradicional, estamos falando de uma solução que traz muitos benefícios para o usuário”, agrega Leandro Lopes, gerente de Engenharia Latam da Nutanix.

O especialista diz que, no Brasil, a tendência de crescimento é alta, principalmente pelos ganhos práticos que esse sistema linear pode trazer. “Estamos vivendo uma era em que toda a cadeia de TI precisa investir em valor agregado, inclusive os canais. Nesse caso, os HCI entram como uma nova perspectiva de apoio aos clientes, ofertando mais desempenho e economia”, explica Lopes, acrescentando que o número de oportunidades deste setor é semelhante ao que foi visto com a virtualização de máquinas, no início dos anos 2000.

A Nutanix aposta na diversidade e na abrangência de suas soluções. A empresa, especializada no desenvolvimento de aplicações e ferramentas de gerenciamento hiperconvergente, conta com uma oferta em 3 formatos: a venda via OEM, com parceria junto a fabricantes como Lenovo e Dell; a oferta de sua aplicação, vendida separadamente; e com software e hardware próprios (as duas últimas modalidades, via canais).

Quem também trabalha no desenvolvimento de soluções hiperconvergente é a VMware. A empresa oferece  uma abordagem exclusiva e definida por software à hiperconvergência, aproveitando o hypervisor para fornecer processamento, armazenamento e gerenciamento em uma pilha de software totalmente integrada. “Nosso software para HCI está presente em um amplo conjunto de opções de consumo, da Dell EMC VxRail, VxRack, appliances HCI prontos para uso e em mais de 150 plataformas certificadas no formato de vSAN ReadyNode (uso do software vSAN em diversas plataformas de hardware de mercado)”, conta Kleber Oliveira, diretor de canais da VMware Brasil.

O executivo fala, ainda, sobre a importância de se contar com uma solução HCI bem arquitetada. “A Hiperconvergência pode aumentar drasticamente a eficiência, aprimorar a flexibilidade, melhorar a capacidade e reduzir o TCO em todo o data center”, afirma, Oliveira.

A Nutanix, segundo Oliveira,  consegue entregar todos os recursos e silos de servidor, armazenamento e redes em uma solução de HCI. “Com base em soluções de software (vSphere, vSAN e NSX) que possibilitam a integração com múltiplas plataformas de hardware legadas, integrando todo o data center mesmo que em uma estratégia de multicloud e com gerenciamento único e centralizado”, observa Oliveira, lembrando que o armazenamento baseado em software proporciona economia de servidores.

A vantagem econômica também é lembrada por Ricardo Kuada, diretor da área de Produtos e Pré-Vendas da Comstor no Brasil, que trabalha com as linhas HyperFlex, da Cisco. “A hiperconvergência é uma estratégia bastante pertinente para a redução de custos, já que a infraestrutura, padronização e plataformas de administração são todas unificadas”, diz. Dessa forma, abre-se espaço para um ambiente virtualizado e hiperconvergente excelente para armazenar dados em alta performance.

Já para o canal, essa novidade significa uma nova oportunidade para conquistar clientes que precisam remodelar sua estrutura. “Esse cenário vem substituir as soluções tradicionalmente utilizadas em data centers. Ela representa uma oportunidade de negócio ainda em desenvolvimento, que poderá trazer novas receitas ao canal”, ressalta Marcelo Murad, diretor de produtos e engenharia da Westcon.

Vale dizer que essa é uma premissa importante: cada vez mais os negócios precisam ser priorizados em detrimento da infraestrutura, e com a demanda imprevisível e o dinamismo imprimido em nosso mercado, a hiperconvegência tem papel fundamental para que a área de TI possa contribuir mais ao negócio das organizações.

 

Como o canal pode participar

 

Para levar a mensagem da Hiperconvergência ao público, todas as fabricantes dizem que a participação dos canais é fundamental. “Sem sombra de dúvida, toda a estratégia de vendas passa pela capacitação e desenvolvimento dos canais – de forma conjunta com as distribuidoras e desenvolvedoras. Aprender o que o cliente quer, de forma a atender as demandas do mercado, seja de clientes pequenos, médios ou grandes, é essencial”, afirma Oliveira, da VMware.

Um dos principais desafios dessa nova oportunidade, no entanto, é simplificar o entendimento da hiperconvergência para quem mais importa: os clientes que podem se beneficiar dela no dia a dia de seu trabalho. “Nesse aspecto, o canal tem papel importante difundindo e traduzindo os ganhos proporcionados pela nova tecnologia”, diz Goldener, da Lenovo, lembrando que as fabricantes devem estar preparadas para treinar, demonstrar e orientar seus parceiros a liderar esse processo de transformação.

Funatsu, da Cisco, por sua vez, observa que, como toda tecnologia, a hiperconvergência segue uma curva de adoção recorrente – e, no Brasil, este mercado ainda está em seu estágio inicial. “Ainda há muito trabalho de divulgação pela frente, e contar com parceiros capazes, bem treinados e com excelente capacidade de ‘pensar fora da caixa’ é essencial. É preciso que nossos canais sejam criativos em arquitetar soluções, mostrar e provar o valor da hiperconvergência em si e do próprio HyperFlex”, reforça.

O executivo diz, porém, que a capilaridade dos canais é uma peça fundamental para o sucesso da adoção de novas tecnologias e, consequentemente, das vendas. “Por isso, não medimos esforços para habilitarmos os parceiros, tanto técnica quanto comercialmente”, agrega o engenheiro, ressaltando a realização de treinamentos online e presenciais como duas das ferramentas de desenvolvimento das revendas.

Dessa forma, para as revendas, participarem de treinamentos pode servir de chance para identificar oportunidades. “Temos investido muito em ações de apoio aos parceiros, para mostrar como a automação do data center em um ponto e com tecnologia de ponta pode ser rentável para seus negócios. Queremos mostrar esse cenário, em crescimento, e com várias oportunidades”, diz Lopes, da Nutanix.

 

Outro recurso importante para as revendas e integradoras é a participação nos Programas de Canais. Como o Partner First, da HPE, ou o Partner Ready For Networking, da Aruba (que também pertence a HPE, atuando com a parte de acesso e softwares). “Além de todo o ecossistema de treinamentos e certificações, temos realizado roadshows em conjunto com os nossos parceiros visando educar o mercado, novos parceiros e os times nas virtudes e vantagens do modelo convergente/hiperconvergente, casos de uso e como se pode alavancar novos negócios e auxiliar os clientes finais a utilizarem melhor toda a camada de TI”, conta Guercio.

Esse trabalho para auxiliar os canais na iniciativa de hiperconvegência, abre a chance de o canal ganhar novas receitas. “Os canais poderão receber por serviços de implementação, suporte e gerenciamento. É bom lembrar, no entanto, que eles estarão trabalhando no ambiente de missão crítica para os negócios das empresas, e não simplesmente vendendo produtos”, reforça Murad, da Westcon.

A ideia é que os canais tenham conhecimento prático para atender os clientes em suas áreas de atuação, com todas as plataformas de Hardware e Software. “Isso por que, ao incluir esse modelo, os canais têm a oportunidade de propor soluções focadas no problema de negócios das organizações, melhorando a experiência de seus clientes finais tocando toda a camada de infraestrutura até as camadas de aplicação e banco de dados, como também um one stop shop para seus clientes”, resume Souza Ferreira, da Oracle.

A Riverbed, por exemplo, disponibiliza treinamento técnico e comercial para as revendas interessadas na tecnologia HCI, a companhia destaca que o canal deve ficar atento às oportunidades de negócios . “ Quaisquer empresas que estejam buscando redução de custos de infraestrutura de TI são candidatos potenciais. Seja pela questão de renovações tecnológicas de ativos já existentes como servidores, seja na expansão de infraestrutura de TI nas filiais ou escritórios”, agrega Lopes, da Riverbed.

Seja pelo avanço das vendas, pela procura dos clientes ou pela inovação dos portfólios, a missão está posta à mesa dos canais: a Hiperconvergência, assim como a Nuvem e os Serviços, tem tudo para fomentar boas vendas. Resta apenas, ao parceiro, se conscientizar, aprender e mostrar como seu cliente (e você) pode ganhar com a tecnologia.

 

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