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Entrevista Especial

Entrevista Especial com Wagner Tadeu, da Forcepoint

Por Virgínia Santos

Publicado em 04/09/2018 às 11:39

Forcepoint disponibiliza a arquitetura Human Point System para atender os desafios do segmento

Recentemente Wagner Tadeu, vice-presidente de Vendas LATAM, assumiu o comando da Forcepoint América Latina com o objetivo de ampliar as oportunidades de negócios dos canais da companhia e atender as demandas do segmento de cibersegurança diante da onda da transformação digital no mercado regional.

Vale ressaltar que a Forcepoint é uma empresa global de cibersegurança centrada no ser humano que transforma as companhias ao adaptar continuamente suas soluções de segurança ao risco dinâmico iminente representado por usuários individuais e máquinas. O Human Point System da Forcepoint  oferece proteção adaptável aos riscos para garantir o uso confiável de dados e sistemas.

Sediada em Austin, Texas, a Forcepoint protege o ponto humano de milhares de clientes corporativos e governamentais em mais de 150 países. A seguir nosso bate-papo com o executivo.

 

 

PS: Fale-nos sobre este novo momento na sua carreira profissional na Forcepoint.

Wagner Tadeu:Me sinto honrado em ingressar numa empresa como a Forcepoint, em que tenho a oportunidade de trabalhar com um time talentoso e empenhado em criar, divulgar e implementar a nossa estratégia do Human Point em todo o mundo. A Forcepoint traz uma nova cultura em cibersegurança, uma vez que não se detém em ações de bloqueio e defesas, mas sim propondo analisar o todo de forma holística e com atenção no ponto que mais importa: na interação entre pessoas, os dados críticos e a propriedade intelectual. Esta nova abordagem, que também é cultural, está sendo muito bem-vista no mercado, com os clientes reconhecendo nosso grande trabalho.

 

PS: Por quais empresas você já atuou antes de entrar na empresa?

WT: Possuo mais de 25 anos de experiência na indústria de software, hardware e distribuição, com grande conhecimento das operações comerciais na região. Minha trajetória inclui a atuação como VP Latin America na Symantec, além de gerente geral para a América Latina na Clicksoftware, Pure Storage, NetApp, entre outras.

 

PS: Quais são os desafios do cargo que ocupa?

WT:Como líder de toda a equipe comercial latino-americana,  sou responsável por alinhar as estratégias corporativas ao mercado regional em atendimento à demanda por soluções Forcepoint. Temos em vista o aceleramento das vendas, portanto o direcionamento de nossas operações  é fundamental para a identificação, junto ao nosso canal de distribuição, para criar novas oportunidades tendo em vista o aumento de capilaridade, obter a fidelização dos clientes atuais e conquistar novos em toda a região.

 

PS: Como a companhia avalia o desempenho do segmento de segurança na América Latina, especificamente no Brasil?

WT: Hoje, com maior maturidade, o mercado latino-americano, principalmente o brasileiro, começa a deixar de enxergar os investimentos em cibersegurança apenas como custos isolados e já percebe o real custo X benefício na adoção de soluções de cibersegurança com a abordagem nos usuários, em qualquer hora e ambiente, para integridade de todo o ecossistema dos negócios: funcionários, clientes, colaboradores e parceiros.

 

PS: Quais são as principais demandas e desafios no setor de segurança?

WT: Atualmente, o desafio de muitas ferramentas de segurança é que elas são estáticas, não se ajustam de acordo com os diferentes tipos de usuários e transações, e também são binárias: ou permitem tudo ou bloqueiam completamente. No entanto, em um mundo de serviços habilitados pela TI que se entregam em qualquer lugar, seja no local ou na nuvem, uma abordagem baseada no risco, que é continuamente avaliada e adaptada, pode permitir políticas de respostas mais granulares para garantir uma proteção mais eficaz contra as violações.

 

PS: Na sua análise, como proteger as organizações de todos os portes contra vulnerabilidades, sejam internas ou externas?

WT: A segurança mais eficaz é aquela adaptável ao risco, porque fornece o contexto necessário para a tomada de ações dinâmicas em relação ao usuário individualmente. Com uma proteção adaptável ao risco, os programas, processos e tecnologias de cibersegurança podem ser continuamente aplicados de forma individual, e não apenas a grandes grupos de usuários dentro da organização, reduzindo desta forma o risco geral e acelerando a transformação de negócios e a redução de custos.

 

PS: Quais são as principais ofertas do portfólio de segurança da Forcepoint?

WT: O Human Point System da Forcepoint é abrangente e permite que os clientes “comecem de qualquer lugar” com os melhores produtos de cibersegurança do setor, incluindo soluções de DLP (Data Loss Prevention), UEBA  (User and Entity Behavior Analytics), CASB (Cloud Access Security Broker), Web/Email Security e Next-Generation Firewall  (NGFW).

 

E estamos introduzindo uma nova abordagem em Risk-Adaptive Protection com o Forcepoint Dynamic Data Protection, que estende as capacidades dos clientes através do Human Point System.

 

PS: Recentemente você mencionou que diante de um cenário de ameaças tão dinâmico, as organizações necessitam de tecnologias e processos altamente eficazes e inteligentes, o que a Forcepoint tem feito para auxiliar as companhias nesse sentido?

WT: Dentro de nossa arquitetura Human Point System, lançamos a primeira solução Risk-Adaptive Protection do setor – batizada de Dynamic Data Protection – que é a resposta aos desafios que os CISOs de corporações e governos enfrentam atualmente ao procurar balancear a segurança de usuários e dados com a produtividade de negócios.

 

PS: Na visão da companhia a proteção do fator humano é essencial, explique-nos detalhadamente como funciona?

WT: Muitas são as lacunas para se proteger contra as ciberameaças que seguem em rápida evolução, enquanto as pessoas se mantêm constantes no que se refere às ações de acesso digital e estão no centro dos incidentes de segurança. A interação entre pessoas, dados críticos de negócios e propriedade intelectual - onde a tecnologia é mais habilitadora e a segurança mais vulnerável - pode minar até mesmo os sistemas de ciberdefesa mais robustos e abrangentes com um único ato malicioso, acidental ou comprometido. Para a Forcepoint, concentrar os esforços em proteger e analisar os cibercomportamentos resultantes da interação humana com a tecnologia da informação e dados críticos é uma oportunidade para causar um profundo impacto na segurança e maximizar os investimentos.

 

Com o foco no Ponto Humano, as análises preditivas e comportamentais (inteligentes e em tempo real) investigam continuamente os dados de várias fontes, mantendo um histórico preciso das atividades de cada usuário para identificar incidentes anômalos aos perfis e comportamentos padrões tanto de usuários como de entidades, como hosts, aplicativos, repositórios de tráfego de rede e de dados, em qualquer hora e local. Isso é fundamental para ter o contexto necessário para a tomada de ações dinâmicas em relação ao usuário individualmente, reduzindo o tempo necessário para a detecção e mitigação dos riscos, de dias ou meses para uma questão de segundos.

 

PS: Como a empresa a avalia o impacto das novas tecnologias no setor de segurança?

WT:A capacidade de uma organização de adaptar automaticamente suas políticas de acordo com o risco mais significativo pode ser a diferença entre proteger ou não os dados críticos de clientes, ou seja a propriedade intelectual, e garantir o sucesso da missão corporativa. Conforme as ciberameaças crescem em sofisticação, a falta de uma proteção de dados adequada tem gerado milhões em custos na restauração de dados perdidos e da produtividade, assim como a perda da confiança dos clientes.

 

O aumento das violações de dados, de identidades roubadas e dos abusos de privacidade têm ressaltado a necessidade de uma nova maneira de avaliar continuamente o cibercomportamento para proteger usuários e dados.

PS: Como está o desempenho da Forcepoint diante da transformação digital (dx)?

WT: Ao repensar a segurança dos dados através de uma abordagem adaptável ao risco e centrada no ponto humano, nossa companhia se fortalece ainda mais no mercado de cibersegurança ao ser um agente facilitador para que as organizações avancem na transformação digital, protegendo seus dados e a propriedade intelectual.

 

PS: Quais são as apostas para os próximos meses?

WT: Estamos trabalhando fortemente no mercado a fim de consolidar nossa marca junto aos usuários finais, bem como trabalhando nossa base instalada e as empresas que não conheciam a força de nosso portfólio.

Estamos ainda recrutando novos parceiros, assim como trabalhando muito próximo aos parceiros existentes no sentido de capacitá-los ainda mais e suportar suas demandas.

Nosso objetivo é que nossos consultores e integradores possam agregar ainda mais valor às nossas soluções e aos negócios dos clientes.

 

PS: Como as revendas podem agregar valor na hora de comercializar as soluções que a companhia oferece ao mercado?

WT: É preciso fornecer excelente nível de serviço em consultoria de negócios, assim como em cibersegurança. A soma desses dois serviços resultará no sucesso dos canais autorizados que a fornecerem proativamente aos seus clientes.

 

PS: A Forcepoint premiou os seus parceiros de negócios na América Latina durante o evento 2018 Partner Conference, realizado recentemente em San Diego, Califórnia, o que tem a nos dizer sobre a iniciativa?

WT: Com a tradição herdada da Websense, a Forcepoint anualmente reconhece por meio de premiação seus parceiros de negócios no mundo, afinal atuamos 100% via canal. No caso da América Latina, contamos neste ano com a presença de 40 parceiros de 11 países da região. Com tais eventos de reconhecimento procuramos agradecer a confiança e esforços contínuos e premiar aqueles que conquistaram os melhores resultados financeiros.

A estratégia comercial da Forcepoint é avançar nos negócios, através de seus parceiros para um crescimento conjunto. Contamos na América Latina com uma rede excepcional de revendas de valor agregado, provedores de soluções, integradores e distribuidores, todos focados em ofertar soluções inovadoras que atendam aos atuais desafios de cibersegurança. Aproveitamos a ocasião para ainda estreitar nossos relacionamentos com os parceiros e lhes prover ferramentas, atualização e capacitação para apoio às vendas das soluções Forcepoint e para a concretização de novos negócios.

 

PS: Como está atualmente o Forcepoint Global Partner Program e como o canal pode participar desta iniciativa?

WT:Consideramos nossos parceiros como uma extensão da Forcepoint aos clientes, logo, nos preocupamos muito com a capacitação deles, assim como fazer com que nosso portfólio seja muito lucrativo.

Trabalhamos com mapeamento de oportunidades e concedemos descontos maiores aos parceiros capacitados por soluções. Apoiamos com ações de marketing e geração de demanda, além de colocar à disposição nossa equipe de pré-vendas para suportá-los.

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