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RH

Educação Corporativa: Sua empresa está preparada?

Milene Lopes Schiavo

Publicado em 05/08/2013 às 14:00

Entenda como o investimento na aprendizagem contínua pode ser crucial para o sucesso do negócio


Considerando o atual e difícil cenário macroeconômico e empresarial (concorrência, globalização, escassez de mão-de-obra qualificada), a Educação Corporativa deve ser encarada como instrumento de competitividade.



As empresas precisam estar preparadas para enfrentar este contexto, tanto em termos de inovação de produtos e serviços, como em termos de custos. E, para que possam atingir seus objetivos estratégicos, não basta ter ofertas apropriadas ou processos adequados. É fundamental que seus profissionais estejam preparados para corresponder a tantos desafios. Afinal, é através das pessoas e do trabalho que elas realizam que as empresas conseguem (ou não) atingir seus resultados.



Novas teorias de gestão mostram uma clara preocupação com o aprendizado contínuo, que está diretamente relacionado à disseminação do conhecimento e ao modelo de aprendizagem organizacional. Peter Senge, autor reconhecido neste campo, acredita que a organização que aprende é aquela que está continuamente ampliando a capacidade de criar seu futuro.



E como a empresa pode, então, corresponder a estas demandas e preparar seus profissionais adequadamente? Muitas organizações estão respondendo estes questionamentos por meio da oferta de educação corporativa mais estruturada, constante e poderosa, tornando-a um instrumento de competitividade empresarial e sustento à inovação e ao aprendizado permanente.



Constata-se que hoje, infelizmente, as empresas contratam profissionais cada vez menos preparados. Funcionários sem domínio dos conhecimentos básicos (não sabem escrever corretamente ou fazer contas de complexidade média) e também sem domínio do que deveriam ter aprendido na formação superior (economistas ou administradores que não sabem matemática financeira, por exemplo). E “cai” no colo da empresa a necessidade de ensinar o que já deviam ter aprendido.



Infelizmente não se pode considerar o Brasil como um exemplo de educação para os seus jovens, que, na maioria das vezes, chegam à idade adulta sem o preparo necessário para enfrentar o mercado profissional. Seja porque o ensino tradicional foi de qualidade duvidosa, seja porque a Universidade também não deu conta de formar este estudante adequadamente.



E as organizações sofrem um dilema: contratam profissionais teoricamente formados, mas que na verdade estão tão despreparados que não conseguem desempenhar a sua função como esperado. O que fazer? Muitas empresas estão tomando para si a missão de prover educação continuada para seus funcionários. Algumas através de uma área de Treinamento e Desenvolvimento mais estruturada, outras através de infraestruturas formais e mais complexas (como as Universidades Corporativas) que tentam responder a esta demanda, tornando-se aptas a oferecer capacitação contínua aos funcionários (e até mesmo para outros públicos – clientes, parceiros e comunidade), alinhadas aos objetivos organizacionais e às estratégias de negócios.



Os programas formatados e oferecidos aos colaboradores, através destas estruturas de Educação Corporativas mais robustas, são baseados não apenas na geração contínua de aprendizado e conhecimento de forma geral, mas também, e principalmente, desenvolvimento de competências específicas e necessárias para uma boa atuação da empresa em questão.



As empresas que ainda não se organizaram para isso é fundamental que comecem a pensar no assunto!