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Gestão

O Executivo

Publicado em 02/08/2010 às 12:14

Papéis e funções

src=/arquivos/image/PauloOs executivos procuram fazer com que as tarefas sejam realizadas por pessoas. Eles tomam decisões, alocam recursos e dirigem atividades de outros para atingirem objetivos. O campo de atuação do executivo são todas as empresas da sociedade atual onde o executivo torna-se a ferramenta, a função e o instrumento específico para tornar as instituições capazes de produzir resultados. Quais são as funções e papéis do executivo? Para alguns estudiosos, atender a cinco funções básicas: planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar. Hoje, tais funções são reagrupadas em: planejamento, organização, liderança e controle. Já outros consideram primordiais para um executivo: primeiro, promover o sistema de comunicação; segundo, promover os esforços essenciais; e terceiro, formular e definir propósitos. É também um mito considerar que sua atuação é baseada em ações ordenadas e planejadas. Muitas vezes, ela se baseia em decisões intuitivas e influenciadas por lealdades pessoais e comunicações verbais face a face. No final dos anos 60, foi divulgado um estudo minucioso sobre os papéis do executivo. Nele, observa-se que tais profissionais desempenham dez papéis diferentes e inter-relacionados. Esses papéis gerenciais são agrupados como sendo, inicialmente, concernentes às relações interpessoais, à transferência de informações e à tomada de decisão. No aspecto interpessoal, há o papel da figura principal. Trata-se do chefe simbólico; solicitado a desempenhar um número de obrigações rotineiras de natureza legal ou social em cerimônias, requisições de status, solicitações. Outro papel é o de líder, responsável pela motivação e direção de subordinados, praticamente em todas as atividades. O papel de ligação refere-se à manutenção de uma rede de contatos externos que fornecem favores e informações. No aspecto informacional, tem-se o papel do monitor, que é responsável pela grande variedade de informações e serve como centro nervoso de informação interna e externa da organização, além de lidar com toda correspondência e contatos, classificados como de interesse primário para o recebimento de informação. O papel do disseminador é transmitir informação recebida de fora ou de outros subordinados para os membros da organização e realizar a expedição de correspondência para a organização. O porta-voz transmite externamente informação sobre os planos, políticas, ações e resultados da organização; serve como perito na indústria de organização. No aspecto decisório, há o papel do empreendedor, que busca oportunidades para a organização e seus ambientes e inicia projetos que tragam mudanças, geralmente nas sessões de estratégia e revisão, envolvendo iniciação ou planejamento de projetos de aprimoramento. O administrador de problemas é responsável por ação corretiva, quando a organização enfrenta situações importantes e inesperadas, nas sessões de estratégia e revisão envolvendo problemas e crises. O alocador de recursos toma ou aprova decisões organizacionais significativas na programação; requisições para autorizações; orçamentos e programação de trabalho. O negociador é responsável por representar a organização em importantes negociações de contrato. Com base neste estudo, verifica-se que o trabalho gerencial é atípico, não tendo similitude com nenhuma outra função ou profissão. A sua definição, apesar das pesquisas e estudos, permanece um pouco ambígua e até mesmo misteriosa. A nova visão de liderança nas organizações enfoca funções mais delicadas e importantes. Sendo assim, parece que o novo papel do executivo, tende a ser o mais viável para impulsionar o processo de mudança organizacional, já que seu papel difere do carismático tomador de decisões e assume diferentes posturas no desenvolvimento de suas funções.