Você tem percebido que não é possível realizar qualquer tarefa ou ação, por mais simples que seja, sem a cooperação e interação de muitas outras pessoas. Ao acordar nosso WhatsApp já tem muitas mensagens e quando saímos para trabalhar, vamos de Uber ou usamos o Waze. Essa teia de relacionamentos, foi construída com base em muita colaboração, parcerias e tecnologia.

Com as margens cada vez mais apertadas, os clientes mais exigentes e a complexidade das soluções, precisamos negociar bem as nossas alianças. Não é possível fazer nada muito amplo e relevante sem colaboração e parcerias.

Como atender o nosso cliente em sua plenitude e expectativas? A satisfação que o mercado requer, está cada vez mais alta e complexa.

É possível proteger o trabalho que realizamos junto aos nossos clientes? Quão vulnerável estamos frente a um concorrente, que possui um escopo de fornecimento mais amplo e completo, que o nosso?

Podemos ter controle sobre o processo de venda? Quantas interações são necessárias para o cliente se sentir confortável em relação a nossa empresa e solução?

As respostas para essas perguntas só poderão ser respondidas por um ecossistema de empresas e parcerias.

Não é possível estar fora do mundo digital, ele está entrelaçado com o mundo fixo, muitas vezes não damos conta de quanto estamos inseridos no digital. Não podemos acreditar que o nosso negócio possa estar distante das redes sociais, por exemplo.

 

Qual a melhor forma de prospectar clientes?

 

Precisamos capturar as oportunidades por muitos canais diferentes, podemos descobrir oportunidades para um parceiro e vice-versa. Se o nosso networking está enferrujado, vamos ter muitas dificuldades de atuar nesse cenário.

O nosso pipeline vai ter o tamanho da nossa capacidade de gerar sinergias, o custo fixo de vendas, está cada vez mais proibitivo, temos que transformar o custo de vendas em variável, sempre.

 

Todas as informações de vendas e clientes necessitam estar totalmente gerenciadas nos sistemas de CRM e SFA da empresa.

Muitas e boas parcerias, esse é o caminho mais seguro e menos oneroso.

 

Atualmente é melhor ter 10% de algo com alto potencial e escalável, do que ter 100% de algo restrito e sem amplitude.

 

Não configura, dentro do contexto que procurei descrever, nenhum absurdo ter mais parcerias, do que clientes, isso muito mais acentuado para negócios mais complexos, e que atendam grande contas.

Precisamos de parceiros para dialogar, para trocar ideias, para nos orientar, prestar consultoria e corrigir rumos.

Podemos até montar acordos rapidamente e convergir interesses de um momento para outro, mas a efetividade vem de um planejamento muito bem feito e pensado. Não podemos “brincar” nesse momento, pois o cliente vai avaliar o resultado final e se algo sair errado, ele não vai aceitar desculpas e o “jogo” de apontar culpados na outra empresa.

Quanto do seu tempo, tem sido investido para construir boas parcerias? Você estava pensando nisso?

 

Bons negócios!

Marcel Spadoto

Marcel Spadoto

Consultor, Palestrante, Contador, Economista, Pós-Graduado em Vendas & Marketing pela ESPM, vários cursos em Gestão e Negócios pela FGV. Profissional em Gestão, Colaboração, Marketing, Networking e Vendas, com 35 anos de carreira, foi executivo em empresas como Alcatel-Lucent, Saint-Gobain, Siemens, em integradores e distribuidores de TIC e em startups de seguros online. Atuou como Professor em Vendas e Negociação na FIA-USP. Atuou na introdução da telefonia Celular e IP no país. Atualmente é sócio na Spadoto Consultoria, Fundador e Coordenador da M2BS - Master to Business Solutions, Membro da SBN – Sociedade Brasileira do Networking e Conselheiro da fCN – Founder Carbon Network, BVE – Brasil Vagas Executivas e Grato-ABC Oncologia Infanto-Juvenil. Acesse: br.linkedin.com/in/Spadoto e youtube.com/mspadoto