CLOUD COMPUTING E BIG DATA

Nos últimos anos, observamos que as tecnologias emergentes como Inteligência Artificial, Hiperconvergência, IoT,  Social Midia, HPC (computação de alta performance),     Realidade Aumentada, Analytis , entre tantas outras,  já fazem parte do escopo das companhias ao trazerem   novas oportunidades de negócios. Apesar de serem modelos que funcionam de modo interdependente, a Cloud e o Big Data, segundo a IDC fazem parte da terceira plataforma de TI por trazerem vantagens competitivas às empresas. Essas tecnologias possibilitam o armazenamento dos dados mais acessíveis ao nosso cotidiano. As plataformas em nuvem estão crescendo de forma acelerada e há uma explosão na geração de dados que nunca se viu antes,  mas será que você, revenda, está preparada para absorver e entender tanta mudança?  Como ganhar dinheiro em um mundo cada vez mais digital?  

Para responder a esses questionamentos temos que ter em mente, que Cloud Computing e Big Data, dentre as megatendências da atualidade,  formam uma combinação ideal para resolver muitos  dos problemas existentes nas companhias.  Juntas, essas tecnologias fornecem uma solução que é escalável e adaptável para grandes conjuntos de dados e análise de negócios. “No mundo de TI, a nuvem e big data são soluções que cada vez mais têm sido prioritárias nas agendas dos clientes. Com a nuvem, espera-se dar agilidade ao ambiente de TI dentro de um modelo de consumo por uso; com big data, dentro dos conceitos de variedade, velocidade, veracidade e volume de dados, tem-se uma expectativa de que os gestores na organização tomem decisões com mais assertividade e agilidade, impactando positivamente o ambiente de negócios”, pontua Gustavo Yazbek, gerente de Pré-Vendas da Lenovo Data Center.  

O executivo completa que a Lenovo tem em seu portfólio de soluções ThinkSystem e ThinkAgile, a  tecnologia necessária para habilitar o big data com Hadoop ou Spark em uma plataforma escalável e com excelente custo-benefício, e, para conectar o cliente no ecossistema de nuvem, criar um ambiente de nuvem privada, dando a possibilidade do cliente ter todos os benefícios da nuvem pública dentro do seu próprio data center, ou nuvem híbrida, permitindo que o cliente possa migrar cargas de trabalho entre a nuvem privada e pública de forma ágil e simplificada. 

Antenor Nogara, country manager da Aruba, uma empresa da Hewlett-Packard Enterprise (HPE) especializada em soluções de rede de última geração para empresas de todos os tamanhos em todo o mundo, agrega que em 2020, as organizações aproveitarão cada vez mais os serviços baseados em nuvem para oferecer suporte a aplicativos essenciais, reduzindo a exposição a usuários mal-intencionados e outras fontes de ataques cibernéticos. “Os gateways virtuais se integrarão melhor aos serviços de rede fornecidos em nuvens públicas para simplificar e acelerar bastante essa tendência. Os novos recursos da SD-WAN da Aruba - criada para aperfeiçoar o desempenho da rede a fim de melhorar a experiência do usuário em toda a filial - permitirão à TI monitorar e gerenciar melhor aplicativos de infraestruturas de nuvem pública”, conta o executivo.

Na avaliação da Kaspersky, Cloud e Big Data são dois dos principais responsáveis pela transformação digital nas empresas. “Isso impacta a empresa de diversas maneiras. As principais são: nossa própria transformação digital, que inclui adoção dessas tecnologias em nossos produtos e mudanças no modo como fazemos negócios. Além disso, como consequência da transformação digital nas empresas e governos, novos desafios de segurança são criados e isso representa oportunidades de negócios. O maior exemplo disso é a adoção da Lei Geral de Proteção de Dados que deve começar em agosto”, ressalta Roberto Rebouças, diretor-geral da Kaspersky.

Rebouças destaca que dentre as soluções da Kaspersky um exemplo de nuvem e big data é a tecnologia Kaspersky Security Network. “Este é um serviço de segurança para combater ameaças emergentes de forma ágil e proativa. Presente em todos os nossos produtos, ela é responsável hoje por 20/30% das detecções diárias de ameaças. Ela usa a nuvem para reduzir a capacidade de armazenamento e processamento que o produto consome para proteger o dispositivo e o Big Data para processar todos os arquivos/links suspeitos de nossos mais de 400 milhões de clientes ao redor do mundo”, diz o executivo.  


Na visão da Dell, como parte da transformação digital, Big Data e virtualização de dados para ambientes de cloud híbrida são apenas alguns exemplos de novas tecnologias que chegaram para auxiliar as empresas. “De alguns anos para cá, a computação em nuvem vem ganhando uma importância cada vez maior no mundo corporativo devido a simplicidade de administração do ambiente. Mas com as necessidades de baixa latência e de processamento na ponta (edge computing), a nova tendência é as empresas migrarem para a nuvem híbrida. Chegamos a um período de redução e otimização de custos, sendo a nuvem híbrida uma alternativa muito mais econômica para as empresas, pois elas nos propiciam otimizar a relação custo X performance X latência”, ressalta Raymundo Peixoto, vice-presidente sênior de soluções de computação para Data Center da Dell Technologies na América Latina, reforçando que a fabricante conta com um portfólio completo de soluções capazes de habilitar os  clientes para um ambiente digital, dando o suporte necessário para que as empresas, de qualquer segmento ou tamanho, possam fazer o melhor uso das novas tecnologias. 


Já a Vertiv acredita que o Cloud Computing, assim como o Big Data Analytics, altera por completo a lógica de negócios e a forma como as empresas reagem frente a uma oportunidade. “Embora muitas empresas que operam no Brasil já se movimentem com velocidade, a grande maioria ainda não tomou a importante decisão de aderir ao digital, ao Cloud Computing e ao Big Data Analytics. Quem der esse passo irá ganhar as vantagens competitivas que vêm da simplicidade e elasticidade desse modelo. Trata-se de uma operação com custos menores e muitas vezes “on demand”, sob medida para momentos diferentes do negócio. Há amplas vantagens operacionais  como  é o caso de reduções de custos, otimização de processos e a velocidade com a qual as empresas fazem a gestão do seu negócio. Tudo isso permite que a empresa possa focar na “atividade core” do seu negócio, buscando um bom serviço de nuvem de algum provedor confiável. Esse provedor deve oferecer disponibilidade, além da possibilidade de escalar seus serviços de dados quando necessário”, agrega Anderson Quirino, diretor de Vendas da Vertiv.  


Para Kleber Oliveira, diretor de Canais da VMware , a computação em nuvem ajuda a viabilizar não somente novas tecnologias emergentes como AI, Edge Computing, Big Data, 5G e outros, mas como também os negócios das empresas. “Trata-se de um modelo escalável, flexível e sobretudo aderente às demandas de novas aplicações e serviços criados pelos times de desenvolvimento que buscam lançar novos produtos e experiências inovadoras a seus clientes”, diz.  

Oliveira reforça que o mercado passa por um cenário complexo de computação em nuvem definido por diversidade e, portanto, há novos desafios para os gestores de tecnologia. “Dentre os desafios podemos  listar as diferentes opções de infraestrutura (on premises, nuvem pública e computação periférica (Edge), complexidade das aplicações (tradicionais, monolíticas, Cloud Native, híbridas, SaaS) e de novos serviços que trazem valor a estas aplicações (Machine Learning, AI, Data Analytics) e por fim a necessidade de governança com diversas ferramentas voltadas a gerenciamento, desempenho, segurança e times especializados em todas estas diversas competências”, diz. 

Vale ressaltar que as novas tecnologias aumentam a competitividade das empresas, indicando que é preciso mudar a visão sobre o mercado para tomar a melhor decisão e é dentro desse contexto que o canal precisa estar. Qual a melhor decisão quando se fala em nuvem e Big Data? Na era digital a melhor decisão é estar à frente da concorrência e fazer uso dessas tecnologias o quanto antes. Nesse sentindo o canal precisa ter uma abordagem consultiva na hora da venda e direcionar os clientes ao melhor uso da Cloud e Big Data. “A Intel está sempre disposta a contribuir para o desenvolvimento e para a criação de novas tecnologias e soluções para o mercado nos mais diversos setores. Dentro desse contexto, trabalhar com cloud e big data se torna mais necessário. Essa realidade traz consigo o desafio de lidar com um volume cada vez maior de dados e extrair inteligência e insights significativos para a tomada de decisões – processo este ligado também a presença e participação de profissionais que possam transformar dados em informação valiosa. Estamos na era das empresas big data, mas também das empresas people data (se refere a um conjunto de dados que descrevem as pessoas dentro das organizações). Trata-se de uma nova tendência, que visa coletar informações sobre os colaboradores para identificar padrões, demandas e comportamentos comuns”, diz Reginaldo Rodrigues, diretor de Canais e Distribuição da Intel.   

Para Fabio Miranda, diretor de Marketing da ScanSource, não há dúvidas de que a tecnologia de cloud ampliou o poder computacional sob demanda, facilitando a armazenagem e a análise de dados via tecnologias de Big Data, Machine Learning e Inteligência Artificial. “Um dos grandes segredos das empresas que mais crescem atualmente é como elas utilizam os dados para criar produtos e serviços personalizados para seus clientes. Esta é uma grande oportunidade que os canais podem endereçar à medida que combinam soluções tecnológicas que aplicadas aos negócios de seus clientes permitirão a criação de soluções únicas e disruptivas, resultando em um impulsionamento de vendas e uma melhor eficiência operacional”, agrega o executivo.  

Já a WDC Networks analisa que as novas tecnologias estão mudando muito o ambiente de negócios das empresas, pois desde que a virtualização dos servidores chegou e as empresas entenderam que é mais interessante “assinar tecnologia” ao invés de comprar os produtos e mantê-los dentro das empresas, gerou uma mudança de comportamento. “Estamos vivendo em pleno momento onde o conhecimento representa riqueza e valor. Portanto, ter dados (big data) para que possam ser convertidos em conhecimento é uma das formas de se destacar, de ter vantagem competitiva. Big Data e Cloud se completam, pois é preciso uma maneira rápida de armazenar dados e informações. Na nossa visão, essa combinação de tecnologias traz muitas oportunidades para os canais que souberem se adaptar a vender o conceito de “tecnologia como serviço”, pois essa mudança é o próximo passo dos clientes finais, que se acostumaram a não adquirir CD’s para ouvir musica, não comprar e manter servidores para armazenar dados, por exemplo”, pontua Vanderlei Rigatieri, CEO da WDC Networks. 

Carla Carvalho, gerente geral da Tech Data, reforça que a empresa tem como estratégia ser uma agregadora de soluções, com ênfase nas tecnologias de nova geração como Cloud, Analytics/ IoT, Inteligência Artificial e Realidade Aumentada. “Tudo está sendo construído em cima de informações, de dados estruturados e não estruturados, de como ter acesso a estes dados em qualquer dispositivo móvel ou lugar, fazendo com que eles possibilitem uma rápida tomada de decisão. Este é um breve resumo do que é big data e da importância de cloud como um meio para possibilitar essa maior elasticidade para o tráfego e para o acesso às informações, de forma rápida e segura. Os clientes estão transferindo ou pensando em como transferir aplicações para a cloud e, também, como usar melhor os dados que possuem, uma vez que esses dados estão espalhados em diferentes servidores ou organizações internas. Os canais que estão se capacitando nestas novas tecnologias têm um diferencial enorme no mercado, pois os clientes neste momento estão demandando por muito suporte”, conta. 

Quando o assunto é plano de negócios a Westcon-Comstor tem se preparado nos últimos anos para apoiar o parceiro em tecnologias disruptivas. “Entendemos que essa é uma grande oportunidade para os canais. Por isso, há quatro anos criamos uma área chamada Cloud Success Center, que tem uma prática definida de Cloud, com o objetivo de agregar valor para os canais, oferecendo apoio tanto no onboard quanto em capacitação, serviços e, ainda, na estratégia go-to-market.  Hoje temos uma estratégia hybrid multicloud. Trabalhamos com as nuvens públicas e com as infraestruturas privadas das fabricantes que oferecem soluções on-premise, entregando arquiteturas de segurança, infraestrutura e colaboração. Disponibilizamos soluções híbridas para que o canal trabalhe de uma maneira mais assertiva com os seus clientes. O  nosso desafio é fazer com que a revenda consiga se transformar, já que a nuvem é uma inovação tecnológica que exige uma transformação do canal”, diz Daniela de Paoli, diretora para SMB e Cloud da Westcon-Comstor, reforçando  que os clientes precisam de canais especializados em determinadas arquiteturas, capazes de apoiá-los em sua transformação digital. É importante, para o parceiro, que ele atue como trust advisor do cliente.  

Roberto Arruda, diretor de Vendas da Arrow ECS, pontua que a inovação é a principal fonte de competitividade das empresas, com ela surge o principal desafio das organizações que é a mudança de cultura.  “Conceitos de cloud e big data abrem espaço para tomada de decisão a partir de uma melhor análise de dados com uma clara redução da infraestrutura de TI. Nesse cenário o modelo de negócios dos canais  torna-se muito mais voltado para o cliente, entendendo suas necessidades, agregando valor, abrindo assim uma infinidade de novas oportunidades de negócios”, diz o executivo.

Para a F5 Networks a adoção de Cloud e Big Data tem auxiliado no aumento de chances reais de vendas. “Há dois anos a F5 anunciou seu foco estratégico em Cloud/Big Data. Além de oferecer soluções que garantem a performance e a segurança de aplicações rodando na nuvem, passamos a desenvolver ativamente ofertas  das marcas nativas da nuvem, desenhadas do zero para explorar ao máximo os recursos desse ambiente. Para a F5, trata-se de uma evolução sem volta e que ainda trará muitas inovações ao mercado. Estamos migrando rapidamente nosso portfólio e nossos modelos de negócio. A meta é estarmos totalmente alinhados e aderentes a estas tendências, que vão na direção de soluções de software vendidas como serviço”, considera Hilmar Becker, country manager da F5 Networks. 

Como o canal se prepara para as inovações da Indústria 4.0 

De modo geral, as organizações buscam por soluções completas, fim a fim, então é primordial que você, revenda, se atualize nas novas tecnologias que mudaram drasticamente o modo como se faz negócio hoje em dia. “Fazer parte da indústria 4.0 se tornou algo primordial para as empresas que querem se manter relevantes no mercado. Para que isso aconteça é fundamental que as empresas pensem continuamente em sua estrutura. Também é  essencial que todos os colaboradores (canais) estejam envolvidos e engajados na revolução digital, procurando os constantes treinamentos para desenvolvimento do pessoal e atualização das tecnologias disponíveis no mercado. O compartilhamento das informações e tecnologias possibilitará  o ecossistema vivenciar na prática as vantagens da indústria 4.0”, agrega Alfio Fioravanti, gerente de Vendas Corporativas da AMD.  

Na visão da Lenovo, a atualização do parceiro deve ser constante. “Tecnologias de automação e virtualização avançam todos os dias e é necessário estar a par das mudanças para oferecer soluções que satisfaçam as demandas dos clientes. A indústria 4.0 já é uma realidade e os parceiros, assim como a indústria, devem assimilar as novas tecnologias como uma mudança imediata, buscando previsibilidade, escalabilidade, confiabilidade e melhores resultados de negócios”, diz Yazbek.  

Já a Nutanix indica que o canal deve extrapolar o conceito de automação e  não só pensar em sensores e robôs quando se trata da Indústria 4.0. “Dificuldades e problemas complexos das indústrias podem ser resolvidos com soluções simples. Basta ter um olhar inovador para juntar tecnologias que já temos disponíveis, e então obter uma oferta de solução inigualável”, diz José Patriota, gerente de Canais Latam da Nutanix. 

Patriota completa que a empresa possui soluções que auxiliam a inovação tecnológica como a HCI (infraestrutura hiperconvergente) e Calm (automação orientada por aplicativos).   “A HCI  traz a maneira mais rápida e econômica de provisionar um ambiente para suportar Big Data e, a melhor forma de escalar rapidamente, tanto a parte de processamento como a de armazenamento”, ressalta o executivo.

A chegada da indústria 4.0 ou quarta revolução industrial, como qualquer grande oportunidade e mudança, traz consigo uma série de desafios de acordo com a Intel. “Por isso, é essencial que toda empresa, seja ela do segmento de tecnologia ou não, faça uma reflexão sobre o quão bem preparada está para acompanhar todos os avanços impostos pela indústria 4.0. Outros pontos importantes são: adoção de uma nova mentalidade, atualização à cultura da empresa, adaptação do modelo de negócios e criação  de um ambiente que permita o desenvolvimento de novas funções e talentos dentro da organização. A Intel tem atuado em todo o ecossistema, fazendo investimentos e preparando os parceiros para que possam usufruir das novas oportunidades de negócios”, destaca Rodrigues, da Intel.

Já Quirino, da Vertiv,  pontua que vencerá o parceiro que observar as infinitas possibilidades de aprimoramento de processos, ganhos de produtividade, benefícios e inovações para as organizações que as novas tecnologias trazem.  “É uma transição repleta de desafios, porém, estamos diante de uma oportunidade incrível para atender aos clientes/organizações que se lançarem em direção a sua completa transformação digital. Endereçar as demandas de digitalização típicas da indústria 4.0, com milhares ou milhões de sensores IoT propiciando um novo nível de monitoração e segurança das plantas e, por conseguinte, de eficácia nos processos da indústria 4.0 é desafiador. Esse tipo de ganho só se obtém com a correta infraestrutura crítica, o que se configura como um dos mais interessantes mercados para a oferta da tecnologia Vertiv com os serviços de seus parceiros”, agrega. 

Como a revenda pode se qualificar na venda de soluções da terceira plataforma de TI 


Quando o assunto é se tornar expert na venda de soluções de Cloud e Big Data, observamos  que um ponto importante que o canal deve se atentar é a qualificação e certificação que são essenciais nas transações comerciais. “A Aruba possui um programa de certificações de três níveis: profissional, associado e especialista para toda a sua linha de produtos. Contamos com centros autorizados de treinamento no Brasil com calendário de cursos recorrentes. Temos também o Aruba Partner Ready for Networking Program, com o objetivo de auxiliar o parceiro a atender as necessidades de seus clientes. Queremos que todos se beneficiem das novas tecnologias, como a nuvem, internet das coisas e inteligência artificial, e sejam capazes de agregar valor aos negócios”, afirma Nogara, country manager. 

A Tech Data, por sua vez, tem um programa de capacitação para os parceiros que possuem interesse em especializar-se nas soluções da terceira plataforma de TI. “Construímos com os parceiros a sua jornada de transformação, empregando uma metodologia que abrange desde a análise de como a empresa está hoje e do que ela precisa para se especializar nestas novas tecnologias e qual tecnologia é mais aderente à sua empresa hoje, indo até como será o go-to-market”, ressalta Carla. 

Já a Arrow ECS oferece aos seus canais o Programa Advantage, um plano de negócios que oferece atividades de desenvolvimento de soluções que traz como benefícios a construção de um modelo de negócios que atenda as necessidades dos clientes. “A Arrow provê soluções que contribuem com o ecossistema de canais na construção das arquiteturas de cloud e big data, que vão desde soluções de armazenamento tradicionais, segurança para cargas de trabalho na nuvem pública, privada ou híbrida até a análise e apresentação de dados. Apoiamos os parceiros na capacitação em novas tecnologias e na construção das arquiteturas de referência que visam atender a transformação que vem acontecendo no mercado”, conta Arruda. 

A Westcon-Comstor possui o programa EDGE for Cloud, dividido em três segmentos: EDGE for Cloud para ISV, EDGE for Cloud para Enterprise e EDGE for Cloud para SMB. “Esse programa apoia o canal desde o onboard e em toda a sua transformação, seguindo com ele durante toda a jornada para a nuvem. Isso significa, por exemplo, o apoio para certificação e desenvolvimento de um plano de negócios junto a fabricante de nuvem e para estratégia go-to-market”, diz Daniela. 

Para que uma revenda seja especialista, na visão da AMD precisa entender as tecnologias e as necessidades dos clientes em usá-las. “À medida que as tecnologias e os casos de uso evoluem, o conhecimento do canal também deve evoluir. Não é aprender apenas um e fazer, para ser um especialista, os parceiros devem continuamente desenvolver seu conhecimento. Temos o programa de canais AMD Alliance com foco nos canais físicos, tanto nos grandes quanto nos pequenos que conta com website, aplicativo e grupo fechado no Facebook. A plataforma divide os parceiros  nas categorias (Silver, Gold e Platinum), que contam com treinamento técnico e comercial presencial, kits de material de marketing e serviço preferencial”, agrega Fioravanti, da AMD. 

Em síntese, os parceiros que desejam investir nas tecnologias emergentes, devem primeiramente ser altamente especializados e capacitados, afinal a adoção das tecnologias de Cloud e Big Data crescem a cada dia e demandam conhecimento específico, sai na frente quem se preparar para o caminho da inovação que é sem volta.