Conselho Federal de Medicina (CFM) libera uso da Telemedicina no Brasil

O (CFM), Conselho Federal de Medicina em virtude da pandêmia de coronavírus no país, liberou a partir de hoje a telemedicina. O ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta concedeu a liberação ao atendimento médico à distância pois isso se faz necessário devido a superlotação dos serviços de saúde em todo país.

Mauro Luiz de Britto Ribeiro, presidente do conselho assinou o documento de liberação onde o órgão detalha a permissão as modalidades abaixo discriminadas:

1) teleorientação: quando médicos à distância orientam e encaminham pacientes em isolamento; 

2) telemonitoramento, quando o médico monitora à distância parâmetros de saúde e de doença do paciente, 

3) teleinterconsulta, modalidade feita entre profissionais de saúde, para troca de informações e opiniões entre médicos, para auxiliar no diagnóstico ou terapia específica.

A telemedicina não era autorizada no País e os médicos poderiam ser penalizados se a praticassem. Mesmo com esta negativa alguns hospitais planos de saúde realizavam o procedimento.

O Conselho de Medicina informa também que esta autorização é excepcional e válida apenas “enquanto durar a batalha de combate ao contágio da covid-19”.

Em 2018, o conselho publicou uma norma que regulamentava a prática, entretanto foi revogada no ano passado. O ministro Mandetta, defensor dessa modalidade, disse que  haverá regulamentação além da relação entre os profissionais de saúde. “Haverá Suporte ao médico, atendimento à rede e diretamente ao cidadão. Vamos usar toda a potencialidade da telemedicina.” afirmou o Ministro. 

A oportunidade para os canais que trabalham no segmento de vídeo conferência, EAD, softwares e serviços de infraestrutura além de hardware as a service neste momento é bastante promissora já que não sabemos ao certo quanto tempo este surto irá durar no nosso país. Evidentemente que estamos torcendo para que esta situação seja resolvida o mais breve possível, entretanto por outro lado os negócios precisam continuar e tomar a decisão de atuar nesta oportunidade pode trazer excelente resultados além de poder contribuir com um causa maior.

Recomendamos aos canais que façam alianças com empresas que já tem esta expertise pois os primeiros a serem contatados para este demanda são os canais que já prestam serviços às empresas onde muitas delas não tendo a expertise podem deixar de atender seus clientes.

O momento é de cooperação, aliança e união por uma causa maior, onde a telemedicina irá gerar além da venda de infra estrutura, cybersegurança, LGPD, hardware e software gerando receita recorrente aqueles que conseguirem celebrar contratos de assistência, seja remota ou presencial além de contribuir para o controle da pandemia e tranquilizar a população com a palavra dos médicos e especialistas que aderirem a esse recurso tecnológico.