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A continuidade dos negócios exige uma nova abordagem por parte das empresas revela estudo da Arcserve
PartnerSales
Publicado em 29/09/2022 às 17:40Caio Sposito, country manager para o Brasil da Arcserve, recomenda um plano abrangente de prevenção
Durante a pandemia, muitas organizações adotaram um ambiente híbrido, permitindo que os funcionários trabalhassem em casa ou em qualquer outro lugar, o que tornou inevitável a adoção de iniciativas de modernização da infraestrutura e programas de transformação digital.
São mudanças significativas que trazem vários desafios, incluindo maior complexidade, novas vulnerabilidades e uma questão crucial: como manter as operações funcionando sem interrupções durante um desastre, seja ele natural, de hardware, por falha humana ou ataque cibernético?
A continuidade das operações de uma empresa agora é um requisito primordial. Estudo global independente encomendado pela Arcserve apontou que 83% dos tomadores de decisão de TI acreditam que 12 horas é o tempo máximo aceitável de inatividade para sistemas críticos antes de um impacto negativo mensurável nos negócios.
“Além da adoção de um plano abrangente para a continuidade dos negócios, que deve ser periodicamente testado, as empresas precisam implantar uma estratégia robusta de backup dos seus dados mais sensíveis, com diversas cópias em diferentes mídias, uma das quais imutável, impedindo que as informações vitais sejam alteradas, excluídas ou criptografas no caso de um ataque”, recomenda Caio Sposito, country manager para o Brasil da Arcserve, principal provedor de ransomware e resiliência de dados do mundo.
Um plano sólido de continuidade de negócios também inclui objetivos de ponto de recuperação (RPO) e objetivos de tempo de recuperação (RTO), juntamente com as etapas necessárias para alcançá-los. “As empresas não podem se dar ao luxo de aguardar uma interrupção para fazer ajustes e seguirem em frente. A crescente competitividade exige que as operações funcionem 24 horas, sete dias por semana, e uma interrupção não planejada é sinônimo de graves prejuízos não só financeiros, mas para a imagem da empresa junto ao mercado, beneficiando seus concorrentes diretos e ameaçando a própria sobrevivência do negócio”, alerta Caio.

