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ABESE aponta que Segurança Eletrônica cresceu 6% no ano passado

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Publicado em 01/04/2016 às 14:00


Em 2015, o faturamento do segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança cresceu 6%, em relação a 2014, atingindo R$ 5,4 bilhões. Essa é a estimativa da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança).  A expectativa para este ano é que continue crescendo mesmo com a crise, porém um pouco menos: entre 4% e 5%.



Os principais fatores que estão sustentando esse crescimento são os menores investimentos em segurança feitos pelos governos federal, estaduais e municipais, o que estimula os particulares; a facilitação ao acesso de novas tecnologias nesta área, a redução das importações e a continuidade em ações de segurança preventiva e atualização dos sistemas existentes.



Apesar do segmento em geral ter obtido um crescimento menor que em 2014, quando registrou 9% de aumento em seu faturamento, estima-se que o faturamento da indústria nacional de sistemas de alarmes cresceu 15% em 2015.



Esse crescimento ocorreu devido à área ter investido intensivamente em tecnologia, capacitação, capacidade produtiva, melhoria da qualidade, entre outros aspectos, ocupando o espaço aberto no mercado pelas importações que foram reduzidas devido à elevação do câmbio.  Sua expectativa de aumento de faturamento em 2016 é também de 15%.



O segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança registrou uma média de crescimento de 9% nos últimos cinco anos. Além dos fatores que sustentaram o crescimento desse mercado em 2015, mesmo num ambiente de crise econômica, a presidente da ABESE, Selma Migliori, atribui o crescimento constante do segmento também “ao empenho de seus empresários em se organizar para profissionalizá-lo, regulamentar a atividade, aumentar a sua representatividade e sua visibilidade, demonstrando sua importância para a segurança das pessoas e do seu patrimônio e sua contribuição socioeconômica ao país”.



Atualmente, o segmento de Sistemas Eletrônicos de Segurança é composto por 22 mil empresas, que geram 220 mil empregos diretos e 2 milhões de indiretos. A região Sudeste do país é responsável por 40% do seu faturamento. A região Sul por 22%, o Nordeste 17%, o Centro-Oeste 16%. E o Norte 5%.