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Abese e Vault destacam crescimento da segurança eletrônica
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Publicado em 22/05/2012 às 16:03
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado de segurança eletrônica fechou 2011 com um crescimento de 11%, registrando um faturamento de aproximadamente US$1,830 bilhão.
De acordo com o estudo da Associação, no Brasil há atualmente cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no país, o que corresponde a 11% de um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 24% do mercado de sistemas eletrônicos de segurança.
As tecnologias de sistemas de controle de acesso que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão. Nos últimos cinco anos, esse mercado vem crescendo com taxas médias de 11% anualmente.
Segundo Gustavo Rizzo, diretor da Vault, especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarmes), fatores como a necessidade maior por sistemas de segurança e o acesso mais facilitado a estes equipamentos foram cruciais para este aumento. Para Rizzo, este crescimento também se deve à inovação das tecnologias de segurança, como a transição dos sistemas analógicos para os digitais, além da maior adoção pela integração dos sistemas de videovigilância aos de controle de acesso. “A integração dos sistemas de controle de acesso ao de CFTV compreende recursos que otimizam a identificação de eventos suspeitos e o monitoramento do acesso de pedestres e veículos, controle de visitantes, ronda de guardas, controle de elevadores, circuito fechado de vídeo, controle de ponto, entre outras inúmeras possibilidades. Ou seja, aliar as tecnologias reforça a segurança, prevendo e antecipando ações criminosas”.
De acordo com Rizzo, a tendência será a integração com inúmeros outros sistemas de automação. “Isso possibilitará que a simples circulação de pessoas identificadas por determinadas áreas acionem automaticamente equipamentos de climatização, ou que luzes acendam ou apaguem automaticamente, que elevadores dirijam-se para determinados andares, além de muitas outras facilidades, contribuindo para o conforto e a segurança dos usuários”, finaliza Rizzo.

