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Mercado

Active cresce com validação para indústria farmacêutica

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Publicado em 07/11/2008 às 15:45

A Active, especializada em sistemas de automação e informatização para os mercados farmacêutico, cosmético e alimentício, anuncia crescimento de 50% para o final deste ano em comparação com o fechamento de 2007. Entre outros fatores que influenciaram no bom desempenho estiveram alta demanda de serviços de validação de sistemas entre as grandes companhias farmacêuticas e a conquista de dois grandes projetos de implementação da solução Accurate, dedicada ao gerenciamento da cadeia produtiva e que tem interface com sistemas como SAP, Oracle, BPCS, JDE, Datasul, entre outros.

 

A empresa resolveu entrar no mercado de validação de sistema exatamente pelas carências das indústrias farmacêuticas de ter referência antes de passar por análise de órgãos como Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a FDA (Food and Drugs Admnistration).

 

Outro vento favorável foi o aquecimento do mercado interno que trouxe novos projetos de implementação da solução Accurate, plataforma que pode ser implementada de forma completa em toda a cadeia produtiva ou ainda dividida em módulos para áreas específicas como pesagem, carro-chefe da Active. “Começamos 2008 com dois grandes projetos já contratados. Isso nos deu fôlego extra para crescer cerca de 50% em relação ao ano passado. Estamos otimistas também para 2009, pois temos planos de entrar em outro mercado fundamental para TI com foco farmacêutico”, explica o sócio diretor da Active, Márcio Moreti. O penúltimo trimestre do ano foi o de maior crescimento com 10% acima da meta prevista.

 

O novo nicho que a Active deve desbravar com mais contundência em 2009 é o de outsourcing voltado ao mercado farmacêutico. Por ser um setor crítico, as companhias precisam ficar menos vulneráveis à saída de profissionais.

 

“O mercado de TI tem rotatividade muito alta. Para indústria farmacêutica isso é muito preocupante. O profissional precisa saber bem dos sistemas e processos e não pode abandonar o projeto no meio do caminho”, argumenta o executivo. “Como temos um plano de gestão, desenvolvimento e retenção de pessoas muito intenso na Active, vamos aplicar isso para os terceirizados e estimular a manutenção deles na empresa e nos projetos”, finaliza.