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Estratégia

AGIS cresce 26% no primeiro semestre de 2008

Por Ana Paula Ramos

Publicado em 12/09/2008 às 10:00

A meta da empresa é alcançar os 30% no fim deste ano, com estratégias de mercado inovadoras


O crescimento da distribuidora AGIS, neste primeiro semestre, surpreendeu os dirigentes da empresa. Para a distribuidora, o crescimento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado, reflete a constante busca por melhores soluções, processos e um melhor atendimento aos clientes AGIS.


 

Para os cerca de 5 mil canais ativos da distribuidora, o foco de trabalho neste período foi a reestruturação da equipe comercial de vendas e o investimento em profissionais. A estratégia tinha “um único objetivo: explorar todo o potencial de negócios da ferramenta B2C, portal de e-commerce desenvolvido com a proposta de se tornar um modelo inovador para aquecimento nas vendas dos clientes SMB (Small and Medium Business)”, explica a empresa em nota oficial.

 

Desenvolvida para favorecer a sustentabilidade das revendas no mercado, a B2C possibilita aos canais de médio e pequeno porte a comercialização de produtos com as mesmas vantagens do varejo. “Esperamos um incremento de 5% em nossa receita proveniente dessa iniciativa. Investimos fortemente na disseminação com ações voltadas para roadshows em seis estados brasileiros, além de eventos realizados nas regiões em que atuamos também presencialmente como Campinas, Ribeirão Preto e Santo André. Já sentimos os resultados. O volume de vendas de TVs LCDs aumentou consideravelmente”, explica Eduardo Villas Boas, Diretor Comercial da AGIS.

 

Entre as ações a serem realizadas no próximo período, a empresa tem planos de ampliar os investimentos em recursos internos e pessoas para fidelização constante da base de clientes, juntamente com o desenvolvimento de novas soluções às PME´s. Para potencializar o atendimento às revendas, a distribuidora também está criando o Express Delivery, sistema de entrega rápida da revenda para o cliente.

 

A AGIS tem perspectivas de alcançar 30% até o final deste ano. “Mesmo com a queda do dólar acima do esperado e da guerra fiscal entre os estados da federação, o resultado do primeiro semestre nos traz expectativas extremamente favoráveis para o próximo período. Nosso principal desafio está em conseguir elevar as margens de lucro sem afetar o faturamento final. Ou seja, achar o balanço ideal entre margem e faturamento”, completa Villas Boas.