Antena
AirLive discorre sobre o futuro das redes e sistemas de monitoramento
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Publicado em 07/12/2011 às 09:31
Albert Yeh, vice-presidente da divisão de Produtos da AirLive, discute os cenários e desafios propostos para as novas formas de vigilância e vídeo monitoramento.
Segundo o executivo, atualmente, o monitoramento IP concentra-se na gravação e registro das imagens, mas no futuro o uso de câmeras vai ter mais funcionalidades. “Em breve, se tornarão soluções mais inteligentes, que analisam as imagens e sons. Tornando perfeitamente possível identificar uma pessoa e com todas as capacidades para programar a ação mais apropriada”, destaca.
Quanto aos possíveis abusos do uso da tecnologia de vigilância por vídeo IP, é necessário utilizar os sistemas de proteção adequados, por exemplo, criptografia de fluxos de dados, que não podem ser interceptados e usados para outros fins. “Isso depende em grande parte de ações legislativas e da existência de projetos de monitoramento urbano para a informação de violações, por exemplo, veículos que circulam na contra mão ou que estacionam em locais proibidos”, explica Yeh.
Os sistemas de vigilância se fazem necessários em projetos para agências governamentais como a vigilância urbana para acelerar a intervenção da polícia na prevenção do crime. Há também um aumento nas vendas a consumidores individuais procurando alternativas simples para proteger suas casas. Para cada uma destas aplicações temos soluções e acessórios.
Segundo o vice-presidente, muitos fenômenos estão mudando o futuro da Internet na era pós-PC, com um aumento dramático no número de smartphones, que se traduz em uma alta demanda por banda longa nas redes móveis. Redes 3G não são capazes de fornecer fluxo de dados apropriado. “A demanda por banda larga vai continuar a aumentar, também devido à popularização gradual dos serviços na nuvem. É necessário pensar em soluções para aliviar as redes LTE, por exemplo, redirecionando o tráfego para hot spots Wi-Fi”.
A banda larga da LTE não é por si só suficiente para atender às necessidades do mercado. A AirLive está trabalhando em soluções para essas redes, com um novo padrão Wi-Fi capaz de fornecer dados em gigabits por segundo. “Por exemplo, vamos oferecer bridges especiais que conectam os recursos locais disponíveis na nuvem, minimizando a necessidade de recorrer a redes externas de acesso aos dados que estão armazenados lá. Na prática são routers com armazenamento integrado”, destaca.
A empresa também trabalha em miniaturização para oferecer o menor roteador Wi-Fi do mundo, mais fácil de transportar e usar, por exemplo, no hotel, onde geralmente há apenas uma conexão com fio. A rede sem fio irá usar dispositivos mais e mais, não apenas um computador tradicional e smartphones. “Além das soluções padrão para a rede, nós também temos uma linha interessante de acessórios sem fio, por exemplo, como nosso transmissor Wireless que permite aos usuários fazer upload de imagens para um projetor, com quatro computadores independentes, sem a necessidade de usar cabos”, complementa Yeh.

