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Alcateia e Abano iniciam recolhimento e destinação de lixo tecnológico
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Publicado em 25/11/2009 às 15:01O Grupo Alcateia iniciou em outubro os procedimentos para recolhimento e destinação de lixo tecnológico. A ação está em consonância com a lei estadual paulista 13.576/2009, que entrou em vigor em julho e responsabiliza fabricantes, distribuidores e lojistas pelo recolhimento de equipamentos usados e seu encaminhamento para empresas de reciclagem.
Segundo estimativa do Greenpeace, cerca de 5% de todo o lixo produzido no mundo é proveniente do descarte de materiais eletrônicos. O lixo tecnológico, ou e-lixo, pode contaminar recursos naturais com substâncias como chumbo, mercúrio, cádmio, arsênio e cromo. A lei foi criada para controlar o descarte de eletrônicos e garantir destinação correta dos insumos tecnológicos.
Segundo estimativa do Greenpeace, cerca de 5% de todo o lixo produzido no mundo é proveniente do descarte de materiais eletrônicos. O lixo tecnológico, ou e-lixo, pode contaminar recursos naturais com substâncias como chumbo, mercúrio, cádmio, arsênio e cromo. A lei foi criada para controlar o descarte de eletrônicos e garantir destinação correta dos insumos tecnológicos.
Em respeito à lei e à preocupação em contribuir com o desenvolvimento sustentável, o Grupo Alcateia já recebe os materiais usados que foram adquiridos no grupo, e se responsabiliza por direcionar os mesmo a fins apropriados. Embora a lei seja restrita ao estado de São Paulo, a empresa estendeu a iniciativa à sua unidade carioca, a Abano.

