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Ao representar um terço do PIB Mundial até 2030, hábitos de consumo da Geração Z impactam no posicionamento das marcas aponta ROI Mine

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Publicado em 21/09/2021 às 11:00

Adoção de novas tecnologias que agreguem valor, estratégias de comunicação personalizada e transparência lideram as tendências para atingir esse público



Eles são jovens, dinâmicos e ultraconectados. E essas são apenas algumas das características dos primeiros nativos digitais, a Geração Z. Sob a perspectiva de representarem um terço do PIB Mundial até 2030, o comportamento, expectativa e hábitos de consumo dos indivíduos nascidos entre a segunda metade dos anos 90 e a primeira década do terceiro milênio têm norteado boa parte das ações e posicionamento das marcas no mercado global.

Digitais por natureza

Embora os dispositivos móveis estejam entre os mais utilizados para navegação e compra, a Geração Z valoriza experiências únicas, que agreguem valor. "A personalização é palavra da vez, tudo que os façam sentir exclusivos, com propósito, ganha a preferência desses novos consumidores. O digital é importante, mas muitos consideram as visitas às lojas físicas para definir suas decisões de compra. Nesses espaços, é fundamental contar com tecnologias que gerem impacto positivo, como self-checkout via mobile, touchscreens interativos e experimentação virtual", destaca Murilo Borrelli, CEO da agência de data driven marketing ROI Mine.

Vídeos, streamings e transparência

De acordo com uma análise feita pela Infobase Interativa, as plataformas de vídeo e streaming foram as mais consumidas por esse perfil. O YouTube, por exemplo, liderou a pesquisa, citado por 96% dos jovens avaliados, seguido pelo Instagram, com 74% de presença. Inclusive, no que diz respeito ao poder dos influenciadores, presentes nesses canais, 52% dos indivíduos confiam nas recomendações de marcas, feitas por esses perfis. Entretanto, é preciso transparência, pois 88% frisaram a importância desses conteúdos serem autênticos e genuínos sobre seus interesses.

"É uma geração bem exigente no que diz respeito à transparência, em todos os sentidos. As marcas que não tiverem a honestidade como premissa, dificilmente se destacarão entre esses consumidores. E isso vale desde ao processo de produção, as práticas de rastreabilidade, informações sobre procedência, até as iniciativas que estejam alinhadas à ética e às práticas de responsabilidade socioambiental. Da mesma forma, a comunicação também deve seguir esse valor. A forma como a empresa se expressa nas redes sociais e as parcerias com influenciadores, por exemplo, devem ser verdadeiras e sintonizadas aos propósitos da companhia", explica Borrelli.

Resolver conflitos é a meta

Caraterizada por sua impaciência e desapego, a Geração Z tem como principais valores a liberdade, a comunidade e a individualidade. A busca pela resolução de conflitos é refletida, também, em seus hábitos de compra. Desta forma, oferecer diversos canais de comunicação e atendimento é essencial.

"A limitação a apenas um meio de contato com a marca, pode ser algo frustrante, diante do imediatismo da Geração Z. Por isso, quanto mais canais de atendimento puderem ser oferecidos, melhor. WhatsApp, redes sociais, chats, e-mail e SMS é o mínimo que eles esperam de suporte. Até porque, levar mais de um dia para ter uma dúvida sanada ou um contratempo resolvido, pode ser um grande obstáculo para fidelizar esse público", conclui Borrelli.