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Autocom 2015: Mudança na legislação e acesso à tecnologia mudam perfil do varejo brasileiro
PartnerSales
Publicado em 01/04/2015 às 11:00
A 17ª edição da Autocom 2015, maior congresso e feira de automação comercial da América Latina, acontecerá de 7 a 9 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo.
A área de exposição reúne mais de 150 marcas que apresentam soluções já adequadas à legislação e necessidades nacionais, o que permite a aplicação imediata das tecnologias no comércio brasileiro. Já o congresso promove o debate de temas atuais e relevantes para o setor, como e-commerce, Big Data, geomarketing, soluções fiscais, tecnologias vestíveis, entre outros. Além disso, as apresentações de cases de sucesso antecipam o resultado prático das muitas inovações apresentadas na feira.
Para o presidente da Associação Brasileira de Automação pra o Comércio (AFRAC), Araquen Pagotto, apesar de todo o dinamismo da indústria brasileira, o varejo brasileiro ainda está longe do de outros países em termos de automação de processos. Na análise do executivo, boa parte do atraso se deve a dois fatores: o engessamento provocado pela legislação fiscal e falta de acesso à tecnologia.
O segundo item vem sendo superado ano a ano, com o barateamento e popularização de equipamentos, aplicações e, principalmente, dispositivos móveis. "Hoje a tecnologia está ao alcance de todos. O preço de hardwares e softwares permite implementar um sistema de automação comercial em estabelecimentos de todos os portes, desde um food truck até uma rede de lojas", diz Pagotto. Além disso, destaca o dirigente, muitas das inovações que estão surgindo nos países desenvolvidos - wearables, geoposicionamento, mobile commerce - chegam quase simultaneamente ao Brasil.
O primeiro obstáculo também está prestes a cair com a implantação gradual da Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor (NFC-e) em diversos Estados brasileiros. Entre as vantagens da nova modalidade estão a substituição da impressora fiscal por qualquer modelo capaz de imprimir o QR-Code; dispensa da homologação de software pelo Fisco; simplificação das obrigações fiscais; diminuição de gasto com papel especial e suprimentos; permissão para uso de novas tecnologias de mobilidade; e flexibilidade para expansão de novos pontos dentro do estabelecimento.

