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AVG divulga estudo sobre perigoso cenário de cybercrime
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Publicado em 16/09/2011 às 09:30
Um novo relatório divulgado pela AVG Technologies revela como a explosão no tamanho e na complexidade do crime cybernético global, combinada com a complacência surpreendente dos usuários mais jovens, está colocando vidas em risco.
A pesquisa, realizada com sete mil usuários da França, Alemanha, Itália, Polônia, Rússia, Reino Unido e República Tcheca, é de autoria da agência de pesquisa The Future Laboratory. Ela apurou que, enquanto os criminosos virtuais e programas maliciosos estão se tornando cada vez mais sofisticados e difíceis de detectar, os usuários estão, de forma alarmante, tornando-se menos vigilantes sobre a proteção de seus dispositivos on-line.
A combinação desses dois fatores apresenta um cenário de cybercrime potencialmente desastroso. O levantamento também destacou o fenômeno dos chamados "wetware", em que o elo fraco na cadeia de segurança não é a tecnologia, mas sim o usuário humano.
Os resultados foram alarmantes: um terço dos europeus entrevistados não atualizam sua proteção antivírus. E cada vez mais criminosos cybernéticos estão se concentrando em enganar o ser humano ao invés da máquina, fazendo o usuário baixar e instalar um software malicioso. Este meio de entrar computador de um usuário ignora a verificação de segurança normal e faz o "wetware" o elo mais fraco.
Segundo o relatório, os usuários da Geração Y, aqueles que cresceram com uma consciência de ameaças digitais, são os mais imprudentes, sendo que quase metade dos ingleses entre 18 e 35 anos não atualizam seus softwares antivírus. “Se essas pessoas continuarem a se comportar dessa forma, poderemos testemunhar um desastre em forma de cybercrime, que afetará não apenas os usuários pessoais, mas também empresas e governos”, explica Mariano Sumrell, da AVG Brasil.

