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Brasil se torna mercado-chave para a 3Com
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Publicado em 15/04/2009 às 20:28A 3Com está de olho nas grandes corporações do mercado brasileiro. O país foi escolhido como um dos focos de investimentos da companhia, cuja estratégia leva em conta o fato de que grandes economias emergentes, como China e Brasil, serão menos abaladas pelas agruras financeiras atuais.
Segundo o presidente mundial da 3Com, Ron Sege, a estratégia corporativa para atrair o high end está apoiada nos pilares baixo custo – em média, 20% inferior aos da concorrência –, relacionamento e ampliação da linha de produtos. O baixo custo, segundo ele, é garantido por produtos desenvolvidos com base em novas tecnologias e plataformas que colaboram para economizar recursos como energia e gerenciamento; o relacionamento, por maiores investimentos em vendas, atendimento e serviços, além de muito treinamento.
Já em relação a produtos, Sege explicou que um dos desafios é apresentar o porte da linha de produtos da empresa, cuja liderança atualmente é concentrada em empresas de médio porte, aquelas que possuem entre 100 e 500 funcionários. A maior exceção é a China, responsável por 50% do faturamento da empresa, que no ano passado foi da ordem de 1,3 bilhão de dólares: com domínio de cerca de metade do mercado chinês em seu segmento, a fabricante atende diversas das maiores empresas do país e agora quer fazer o mesmo em outros mercados, inclusive no Brasil. Com foco prioritário em verticais como Governo, Saúde, Educação e Transportes.
Segundo Adriano Gaudêncio, presidente da 3Com no Brasil, a estratégia já começou a dar certo. No último trimestre fiscal (de dezembro a fevereiro) a empresa viu seus resultados crescerem 37% em relação ao trimestre anterior e projeta expansão de 20% para o ano fiscal de 2009 que se encerra em maio. “As grandes empresas precisam manter investimentos para não se encontrarem sucateadas quando o pior momento passar”, avalia. “Mas também precisam reduzir seu TCO e é o que oferecemos agora.” Segundo ele, processos de inteligência de negócios sustentam a nova estratégia: a meta é o levantamento semanal de 50 leads com oportunidades superiores a 70 mil dólares de investimentos para indicação aos canais da companhia.

