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Mercado

BRToken projeta crescimento de 40% em 2009

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Publicado em 30/09/2009 às 15:10

A BRToken, fabricante nacional de soluções em autenticação forte com assinatura eletrônica de transações, espera fechar 2009 com faturamento de 3,5 milhões de reais, 40% superior ao de 2008. Segundo seu diretor comercial, César Lovisaro Neto, 70% da previsão de faturamento para este ano já foi alcançada e, em 2010, a meta é chegar a 7 milhões de reais.

 

Os resultados foram obtidos com base nas ações da BRToken para conquista do mercado e na forte demanda por segurança contra os crimes cibernéticos, cujos prejuízos anuais são estimados como em torno de 1 bilhão de reais. Com o lema “Simples Ser Seguro”, a empresa tem como meta atender todos os segmentos do mercado, do mais simples ao mais sofisticado. 



“A tecnologia de tokens OTP só gerador de senhas já não é mais tão eficiente e eficaz. Por isso, nossa missão é criar produtos simples, intuitivos, confiáveis e muito seguros", diz o diretor comercial. "Nosso desafio será atingir, já em 2010, outros mercados carentes de soluções eficazes, tais como B2B, Saúde e Corretoras de Valores." 



Até 2008, a empresa comercializou 80 mil tokens. A cifra deve quintuplicar este ano, chegando a 400 mil unidades - o que representa, segundo Lovisaro Neto, pouco mais de 1% das contas correntes ativas que utilizam serviços bancarios via internet no país. Para 2010, a empresa prevê a comercialização de um milhão de unidades, o que elevará sua participação nesse mercado para pouco mais de 3% desse total. Para obter esses resultados, a BRToken coloca foco em custo e atendimento, de pré e pós-venda.

 

“Nosso produto permite geração de OTPs, além de assinatura e autenticação de transações", diz o executivo. Segundo ele, outros diferenciais incluem incentivos fiscais, isenção ou redução de impostos e assistência técnica em língua nativa, além da redução de despesas com importação e custos com logística. "A BRToken é a detentora do conhecimento e da tecnologia de seus produtos, o que seu uso e faz com que sejamos mais flexíveis”, afirma Lovisaro. “Os demais produtos são desenvolvidos no exterior, com implicações em questões como prazos de entrega, pós-venda, manutenção e logística.”

 

Para atingir estas metas, a empresa investiu até agora 500 mil reais, com recursos próprios e através de financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), além de ter recebido incentivo em um projeto submetido e aprovado através do Programa de Subvenção do Governo Federal (PAPPE), via FAPEMIG, que será lançado até o primeiro semestre de 2010. Boa parte dos investimentos é direcionada no desenvolvimento de soluções. Atualmente, estão em foco opções com PKI e biometria, sempre no conceito de soluções com confirmação de transações.