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Tendências

CA Technologies alerta que lealdade do consumidor pode ser menor na Era dos Aplicativos

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Publicado em 17/06/2015 às 17:00


A CA Technologies apresenta os resultados de uma pesquisa que analisou o comportamento dos consumidores diante de novas oportunidades de comunicação. Segundo o levantamento, na Era dos Aplicativos, em que a experiência de uso assumiu papel ainda mais importante, 44% dos brasileiros afirmam que sua paciência, ao utilizarem um aplicativo no celular ou tablet, dura apenas de um a três segundos.



O resultado é ainda mais impactante por outro aspecto: 14% dos entrevistados disseram que cogitam não voltar a fazer negócios com uma empresa cujo app não proporcionou uma experiência agradável para a utilização.



Globalmente, a pesquisa ouviu mais de 6.800 consumidores e 809 executivos em 18 países, com o objetivo de traçar o panorama da lealdade às marcas no atual momento tecnológico. A surpresa, contudo, é que o Brasil apresentou números mais expressivos do que a média mundial: a título de comparação, a paciência do público de outros países girou em torno de 6 segundos, ou seja, o dobro do índice encontrado no cenário nacional.



Seja dentro ou fora do Brasil, todavia, alguns pontos são comuns: ter um aplicativo fácil de usar e com rápido carregamento, por exemplo, foram apontados por consumidores de todo o planeta como características fundamentais para atrair a atenção dos usuários. “Os consumidores não veem mais os aplicativos apenas como acessórios, mas como um item essencial para definir sua fidelidade a uma marca”, diz Laércio Albuquerque, presidente da CA Technologies para a América Latina. “Os empresários estão diante de uma realidade nova e conectada 24 horas por dia, que fornece um rico ambiente de dados. É preciso que eles respondam com uma experiência personalizada, segura e capaz de engajar o consumidor”, completa.



A pesquisa revela, ainda, que uma lacuna entre a percepção da indústria e dos consumidores em relação ao quão bem as empresas vêm atendendo às expectativas dos usuários: uma diferença de 15% entre as duas avaliações no setor Financeiro e de 14% nas áreas de Tecnologia e Governamental, no âmbito mundial