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Cisco aponta que empresas estão investindo mais em tecnologias de proteção e treinamentos de segurança

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Publicado em 06/03/2019 às 11:00

Estudo realizado com 3.200 líderes de segurança da informação mostra que os riscos desconhecidos vindos de usuários, dados, dispositivos e apps são uma grande preocupação dos CISOs


A Cisco divulga a quinta edição de sua pesquisa anual CISO Benchmark Study. O amplo levantamento, realizado com mais de 3 mil responsáveis por essa área em 18 países, verifica todos os anos a situação dos executivos chefe de segurança da informação (CISOs, na sigla inglês). Os resultados de 2019 mostram que os profissionais de segurança estão dando mais prioridade à consolidação de fornecedores, à colaboração entre as equipes de rede e de segurança, e a atividades de conscientização sobre segurança para fortalecer a postura das organizações em relação ao tema e reduzir o risco de violações. Para enfrentar melhor a complexidade desses desafios, muitos CISOs acreditam cada vez mais que migrar para a nuvem irá ajudar os esforços de proteção, ao mesmo tempo em que aparentemente confiam menos em tecnologias não tão consolidadas, tais como a Inteligência Artificial (IA).
Ambientes complexos em termos de segurança, constituídos de soluções entregues por dez fornecedores de segurança ou mais, podem estar prejudicando a visão que os profissionais da área têm de seus ambientes. Sessenta e cinco por cento dos entrevistados não acham fácil determinar a extensão do comprometimento, controlá-lo e remediá-lo com exploits. As ameaças desconhecidas que existem fora da empresa, vindas de usuários, dados, dispositivos e aplicativos, também são uma grande preocupação dos CISOs. Para ajudá-los a enfrentar esses desafios e proteger melhor suas organizações:
44% dos entrevistados aumentaram o investimento em tecnologias de proteção.
39% realizam treinamento de conscientização sobre segurança com os funcionários.
39% focaram em implementar técnicas de mitigação de risco.
"Neste ano, mais do que nunca, os CISOs relatam que estão assumindo um papel muito mais proativo para reduzir a exposição, por meio de consolidação e treinamento, além de investimentos em tecnologias fundamentais para proteção cibernética e contenção de violações, embora a guerra esteja longe de acabar", afirma Steve Martino, vice-presidente sênior e diretor executivo de Segurança da Informação da Cisco. "Os responsáveis pela segurança ainda estão lutando para ter uma visão melhor de suas organizações inteiras e das ameaças. Você não pode proteger o que não consegue ver. A Cisco está comprometida em ajudar as organizações a enfrentar esses desafios e implementar novas técnicas e tecnologias para estar um passo à frente dos agentes maliciosos e das ameaças."