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Cisco apresenta Relatório Anual de Cibersegurança 2017

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Publicado em 31/01/2017 às 15:00


Segundo o Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2017, mais de um terço das empresas enfrentaram brechas de segurança em 2016. A falta de segurança gerou perdas substanciais de clientes, oportunidades e recedita de mais de 20%. O estudo avaliou aproximadamente 3.000 diretores de segurança e líderes de operações de 13%.



A análise destaca que 90% dessas organizações estão aprimorando tecnologias e processos de defesa contra ameaças após ataques, separando funções de TI e segurança (38%), atraves do aumento de treinamentos de conscientização em segurança para seus funcionários (38%) e na implementação de técnicas para abrandar riscos(37%).



EM sua 10ª edição, o relatório aponta os desafios e oportunidades para os times de segurança se defenderem da incansável evolução do cibercrime e mudanças nas formas de ataque. Os executivos de segurança citam restrições orçamentárias, baixa compatibilidade, de sistemas e falta de equipe especializada como as principais barreiras para avanços no posicionamento em segurança. Líderes também revelam que seus departamentos de segurança são espaços cada vez mais complexos com 65 das empresas usando de seis até mais 50 produtos de segurança, aumentando potenciais lacunas na efetividade de segurança.



Dados do relatório mostram que os cibercriminosos estão liderando o ressurgimento de vetores clássicos como adware e spam de e-mail. Spams são responsáveis por quase dois terços(65%) das contas de e-mail, sendo de 8 a 10% maliciosos. A Cisco visa reduzir o tempo de detecção de invasão (TTD). "Um tempo menor de detecção é crucial para restringir o espaço de operação dos invasores e minimizar os danos desse ataque", afirma Ghassan Dreibi, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Segurança da Cisco América Latina, completando que a companhia reduziu o TTD de 14 horas no início do ano passado para 6 horas em um semestre.



Prejuizo para os negócios



22% das empresas violadas perderam clientes - 40% delas perderam mais de 20% de sua base de clientes.



29% perderam receita, com 38% desse grupo perdendo mais de 20% das suas receitas



23% das companhias invadidas perderam oportunidades de negócio, com 42% delas perdendo mais de 20%