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Congresso do Security Leaders 2016: painel Security by design apresenta a importância da segurança corporativa

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Publicado em 27/10/2016 às 13:00


Um dos painéis do, “Security by design é o caminho”?,  apresentou como tema principal a importância de criar a cultura de segurança corporativa. Comandado por Graça Sermound, organizadora do evento, o bate-papo teve a presença de importantes especialistas de segurança de grandes empresas como Magazine Luiza, Leroy Merlin, Vivo, Security Researcher e B. Grob do Brasil.



Durante o painel foi abordado como as grandes empresas devem incrementar a implementação da segurança da informação dentro do projeto inicial e quem deve tomar essa decisão é o CEO, pois faz parte da estratégia corporativa da companhia. “Elas precisam entender a importância da segurança da informação. Por isso nossa intenção é criar a cultura da implementação da segurança da informação dentro das companhias para que elas possam crescer horizontalmente”, ressalta Rodrigo Branco, Security Researcher da Intel. 



Já no caso das startups, o melhor caminho para utilizarem a segurança da informação é estarem instaladas dentro de incubadoras, poisé possível ter todo o suporte. Além disso, é preciso mostrar os riscos que os profissionais correm ao não utilizarem a segurança da informação corretamente e sofrerem riscos futuramente. “As startups são criadas de maneiras rápidas com planejamentos simples e diretos. Por isso, quando incrementam a segurança de informação dentro do seu projeto inicial, muitas vezes quebram em poucos meses”, explica Igor Gutierrez, Information Security Officer da B. Groub do Brasil.



Mais sobre o Congresso Security Leaders



Com o objetivo de discutir questões como essa acontece pelo sétimo ano consecutivo em São Paulo o Security Leaders. O evento é  considerado o maior da América Latina na área de Segurança da Informação e Risco e vai reunir líderes das áreas de Tecnologia e Segurança da Informação das principais instituições públicas e privadas do Brasil.



Com formato que permite interação com os painelistas e intenso networking, o público-alvo são profissionais de Segurança da Informação, Tecnologia, Risco e estudantes. Esse ano, seu conteúdo está mais abrangente e abordará assuntos como Segurança da Informação corporativa, legislação, educação digital, proteção e privacidade de dados.



O Security Leaders nessa edição também vai agregar o evento Crimes Digitais, que tem curadoria de Renato Opice Blum, advogado especializado em direito digital. A intensa programação, que deve reunir três mil pessoas, terá quatro agendas paralelas. No Teatro Raul Cortez, keynotes se reunirão em painéis de debate que terão temas como “Por que a segurança não está embutida no processo inicial de um projeto?”, “Como o CSO deve posicionar seu pensamento para atender a digitalização?”, “Em tempos digitais, quem é o dono da informação?”, “As empresas deveriam reportar ataques cibernéticos? e “O que falta para que o marco Civil ser, de fato, um avanço para a sociedade digital?”.



Já na Arena Security será a vez de cases de sucesso apresentados por CSOs e palestras de especialistas. Alguns temas que serão tratados: “Por que o ransoware é a bola da vez entre os cibercriminosos?”, “O Brasil tem uma política de Segurança Nacional adequada?”, “Por que a Segurança ainda é vista como fonte de despesa” e “Qual o papel da Segurança durante a tranformação digital?”



Com o apoio do Sebrae, outra grande novidade desse ano é o Security SMB. Serão realizados painéis e rodadas de debate com líderes de TI negócios de Pequenas e Médias Empresas. Também acontecerá no Security Leaders uma exposição tecnológica, onde as empresas parceiras demonstrarão o que há de mais promissor no combate ao cibercrime.