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Digitron amplia número de modelos da família PCware e quer 55% do mercado de placas-mãe
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Publicado em 03/04/2009 às 15:19Depois que em apenas um ano as vendas placas-mãe PCware alcançaram mais de 1 milhão de unidades, a Digitron anuncia a ampliação dessa família de produtos. Os novos modelos são produzidos no país no condomínio de fábricas da Digitron em Manaus, e vão atender as aplicações de usuários dos mais variados portes: iniciantes, corporativos e os que necessitam de altíssima performance de seus equipamentos.
“A liderança de mercado conquistada em tão pouco tempo pela marca nos incentivou a empregar todo o know how no desenvolvimento de novos produtos para essa família”, afirma Elcio Hardt, gerente de Marketing para Canais da Digitron. Toda linha é fabricada com componentes fornecidos pelo maior fabricante mundial do setor.
A família PCware já conta com uma linha em produção, que promete elevar os tradicionais patamares de qualidade do mercado para o entry level. As novidades começam na placa de entrada world class IPM 31, com suporte a processadores Core 2 Quad, que responde com ainda mais qualidade ao uso intensivo de vídeo pelo usuário.
Para o diretor de Vendas e Marketing para o Canal, Wladimir Benegas, um dos grandes objetivos da Digitron é colocar ao alcance dos usuários brasileiros todo o potencial de seus equipamentos e processadores, no trabalho ou lazer. “Se o processador é considerado o cérebro do PC, a placa-mãe é a sua espinha dorsal .É um elemento fundamental para o desempenho dos demais componentes da máquina. A família PCware alia a qualidade técnica compatível com os padrões internacionais a um custo/benefício adequado ao mercado nacional”, salienta. “Nossa expectativa é a de fecharmos 2009 com 55% do mercado de placas-mãe, já que oferecemos diversas opções de marcas e modelos”, revela. De início serão fabricadas 200.000 unidades/mês.
“A Digitron, na contramão das pesquisas que sinalizam reduções nas vendas de PCs, continua apostando no trinômio inovação, qualidade e investimentos para estimular a confiança dos consumidores e reaquecer as vendas de computadores no Brasil”, afirma Wladimir Benegas.

