Antena
Ericsson aponta que estilo de vida agitado cria necessidade por domicílios conectados
PartnerSales
Publicado em 16/12/2015 às 15:00
A Ericsson avaliou as atitudes em domicílios conectados, onde os serviços domésticos são habilitados por meio da conexão com a Internet, e preparou mais um estudo do ConsumerLab, área que há 20 anos estuda o comportamento do usuário. Chamado “Domicílios Conectados”, o estudo foi baseado em uma série de entrevistas feitas em Barcelona e Madrid, na Espanha; e San Jose, nos EUA.
Além disso, 5.000 respostas da Rússia, da Suécia, da Espanha e dos EUA, além do Chile, país que entrou na mostra para representar a América Latina, revelaram que quase metade dos entrevistados mostrou um forte interesse na ideia de um domicílio verdadeiramente conectado, com saúde e bem-estar entre as áreas de maior interesse.
O relatório mostra que as famílias podem estar perdendo algo. Atualmente, os serviços do domicílio conectado são largamente utilizados por jovens homens solteiros que vivem sozinhos, embora o grupo que mais se beneficie seja famílias com crianças pequenas. Esses benefícios podem incluir uma forma mais inteligente de lidar com tarefas domésticas e entrada da casa remota para família e amigos.
O relatório também mostra que os consumidores estão apelando para uma maior simplificação e suporte no que diz respeito aos serviços do domicílio conectado. Quatro entre 10 entrevistados gostariam de ver os serviços integrados do domicílio conectado, embora a maioria queira ver mais suporte e consultoria quando se trata de usar serviços de casas conectadas.
Os consumidores acham que existem muitos possíveis fornecedores de serviços de domicílios conectados. No entanto, quando perguntadas sobre seu fornecedor preferido em categorias individuais de domicílio conectado, as pessoas geralmente favorecem os líderes de mercado em cada categoria.
O Ericsson ConsumerLab obtém seu conhecimento através de um programa de pesquisa do consumidor global baseado em entrevistas com 100 mil indivíduos a cada ano, em mais de 40 países e 15 megalópoles. Estatisticamente representando a visão de 1,1 bilhão de pessoas. Métodos quantitativos e qualitativos são usados e centenas de horas são passadas com clientes de diferentes culturas.

