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Ericsson Mobility Report: 5G chega a um bilhão de assinaturas em 2022 e 4,4 bilhões em 2027
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Publicado em 23/06/2022 às 09:56Espera-se que 60% do tráfego de dados da rede móvel global seja em redes 5G até 2027
A América do Norte deverá liderar o mundo em penetração de assinaturas 5G nos próximos cinco anos, com nove em cada dez assinaturas na região com expectativa de 5G até 2027. A previsão está publicada na 22ª edição do Ericsson (NASDAQ: ERIC) Mobility Report que inclui também a previsão de que as atuais assinaturas globais de 5G ultrapassarão a marca de um bilhão até o final de 2022.
Até 2027, o 5G deverá responder por quase metade de todas as assinaturas, chegando a 4,4 bilhões de assinaturas, e será responsável por: 82% das assinaturas na Europa Ocidental; 80% na região do Conselho de Cooperação do Golfo; e 74% no Nordeste da Ásia. Na Índia, onde as implantações de 5G ainda não começaram, espera-se que o 5G represente quase 40% de todas as assinaturas até este período.
O último Ericsson Mobility Report - sobre os insights e previsões de tráfego de rede da Ericsson - também revela que o tráfego de dados de rede móvel global dobrou nos últimos dois anos. Esse crescimento de tráfego foi impulsionado pelo aumento do uso de smartphones e banda larga móvel, bem como pela digitalização da sociedade e das indústrias. As estatísticas e previsões recentes destacam a forte demanda por conectividade de dados e serviços digitais, apesar da pandemia de Covid-19 e das incertezas geopolíticas. Várias centenas de milhões de pessoas estão se tornando novos assinantes de banda larga móvel a cada ano.
O Ericsson Mobility Report de junho de 2022 também verifica que o 5G está se expandindo mais rápido do que todas as gerações anteriores de tecnologia móvel. De acordo com o relatório, atualmente, cerca de um quarto da população mundial tem acesso à cobertura 5G. Cerca de 70 milhões de assinaturas 5G foram adicionadas apenas no primeiro trimestre de 2022 e, até 2027, cerca de três quartos da população mundial poderá acessar o 5G.
“O último relatório de mobilidade da Ericsson confirma o 5G como a geração de tecnologia móvel de crescimento mais rápido de todos os tempos, e a Ericsson está desempenhando um papel fundamental para que isso aconteça. Trabalhamos todos os dias com nossos clientes e parceiros de ecossistema em todo o mundo para garantir que milhões de pessoas, empresas, indústrias e sociedades aproveitem os benefícios da conectividade 5G o mais rápido possível”, diz o vice-presidente executivo e chefe de redes da Ericsson, Fredrik Jejdling.
“A implantação de redes 5G autônomas (SA) está aumentando em muitas regiões na medida em que os provedores de serviços de comunicação (CSPs) se preparam a inovar para abordar as oportunidades de negócios além da banda larga móvel aprimorada. Uma sólida infraestrutura de rede digital sustenta os planos de transformação digital das empresas e seus os recursos podem ser transformados em novos serviços ao cliente”, conta o editor executivo do Ericsson Mobility Report, Peter Jonsson.
O relatório também destaca o papel cada vez mais importante que o Acesso Fixo Sem Fio (FWA) está desempenhando na entrega de serviços de banda larga. A Ericsson prevê que o número de conexões FWA ultrapassará 100 milhões em 2022, número que deverá mais que dobrar até 2027, chegando a quase 230 milhões.
Sobre a Internet das Coisas (IoT), o relatório observa que, em 2021, a IoT de banda larga (4G/5G) ultrapassou 2G e 3G como a tecnologia que conecta a maior parte de todos os dispositivos celulares conectados à IoT, representando 44% de todas as conexões.
As tecnologias massivas de IoT (NB-IoT, Cat-M) aumentaram quase 80% em 2021, atingindo cerca de 330 milhões de conexões. Espera-se que o número de dispositivos IoT conectados por essas tecnologias ultrapasse 2G/3G em 2023.
O último Ericsson Mobility Report também contém quatro artigos detalhados:
• Liberando o poder da conectividade IoT
• A evolução da plataforma de conectividade da MTN
• Habilitando casos de uso exigentes com computação de borda CSP
• Protegendo redes 5G em um cenário de ameaças em evolução

