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Eset divulga relatório de opiniões sobre segurança digital em empresas latino-americanas
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Publicado em 28/04/2011 às 12:30
A Eset, provedora global de soluções antimalware, anuncia a última edição de seu relatório Security Report para a América Latina. O relatório analisa a segurança digital em toda a região e revela os principais alertas para o mercado local. O relatório apresenta os resultados provenientes de uma série de pesquisas realizadas pela em diversos países da América Latina. Foram consultados 3200 profissionais de diversas organizações.
Segundo os resultados, os profissionais latino-americanos citam a fuga de informação ou perda de dados como a principal preocupação em matéria de segurança informacional, com 42,52% do total de respostas. O grau de conscientização sobre o valor da informação se encontra em franco crescimento, e os incidentes relacionados a isso inquietam profundamente as organizações, tanto devido aos custos associados quanto pelos riscos relacionados à reputação da empresa.
Em segundo lugar está o malware com 35,36% dos votos. Malware, identificado como preocupação por uma de cada três pessoas, são ameaças automatizadas que afetam usuários e organizações ao redor do mundo. Nesse sentido, vale destacar que 38% das empresas foram infectadas por malware em 2010.
No entanto, é interessante notar que 17% dos entrevistados relataram não ter sofrido qualquer incidente de segurança no ano passado, o que pode indicar realmente a ausência de incidentes de segurança nessas empresas, ou ainda a falta de conhecimento quanto à existência de ameaças, já que apenas uma em cada quatro empresas manifestaram contar com ferramentas de detecção de incidentes.
Apenas quatro de dez pessoas indicaram que tem em suas empresas ferramentas de detecção de incidentes, outro valor baixo considerando a grande preocupação com a perda de dados. Nesses casos, destacam-se como as medidas de segurança mais populares em empresas na América Latina software antivírus, cópias de backup, firewall e ferramentas anti-spam.
"Os indicadores de conscientização sobre a importância de políticas adequadas de gestão de segurança de informática em empresas apontam progressos nessa área, mesmo que haja algumas dificuldades para levar à prática, como orçamentos e capacitação de profissionais. Assim, enquanto oito de cada 10 pessoas acreditam que a educação para a segurança é muito importante, menos da metade das empresas implementa regularmente planos de conscientização", diz Federico Pacheco, gerente de Ensino e Pesquisa da Eset América Latina.
O crescimento do uso de redes sociais adiciona uma nova questão para a política de segurança das empresas. Enquanto 36,2% das empresas latino-americanas permitem a livre utilização de todos os tipos de redes sociais, 29,8% bloqueia totalmente o acesso. Somado a isso, 50% dos usuários pensam que não há códigos maliciosos nas redes sociais.
"É importante destacar que o fato de permitir o uso de redes sociais na empresa não significa necessariamente uma exposição indiscriminada aos riscos aos códigos maliciosos. No entanto, é importante que as organizações saibam quais medidas preventivas devem ser tomadas para evitar incidentes que poderiam afetar a empresa", disse Sebastian Bortnik, coordenador de Awareness & Research da Eset América Latina.

