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Estudo da Dell Technologies destaca que profissionais que trabalham com computadores inadequados têm rendimento 40% menor
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Publicado em 02/03/2021 às 12:22Diego Puerta, líder da Dell Technologies , analisa o papel das empresas em prol dos colaboradores
O estudo Brain On Tech, realizado pela Dell em parceria com a EMOTIV, avaliou o impacto que os problemas com tecnologia têm para a produtividade e o bem-estar das pessoas
Um estudo realizado pela Dell Technologies, em parceria com a EMOTIV - líder na área de soluções de neurociência e bioinformática - mapeou como a qualidade das tecnologias usadas para trabalho afetam a produtividade e o bem-estar dos profissionais. O estudo global, batizado de "Brain On Tech", confirmou que quanto melhor os recursos e o funcionamento do computador e dos acessórios usados para trabalhar, menor o estresse e maior a eficiência das pessoas.
O estudo identificou que os profissionais que têm de utilizar computadores ruins e com bugs, gastam cerca de 40% mais de tempo para realizar as tarefas, se comparado àqueles que usam um PC moderno, com software e serviços adequados. Da mesma forma, o levantamento constatou que um equipamento ideal gera uma economia de até 23 minutos por hora para os profissionais, o equivalente a 37% (15 horas) das 40 horas semanais de trabalho.
"Esse levantamento confirma a percepção de que em um cenário no qual as pessoas passam longas jornadas na frente dos computadores, em especial por conta do home office, é essencial investir em equipamentos adequados para garantir que os profissionais tenham produtividade", afirma Diego Puerta, líder da Dell Technologies Brasil. "As companhias devem dar uma atenção especial à configuração dos PCs e dos acessórios fornecidos aos colaboradores, para que eles possam não só garantir que as pessoas sejam produtivas, mas também que tenham bem-estar e qualidade de vida".
Ainda de acordo com as conclusões do estudo Brain On Tech, quanto mais jovens os profissionais, maior é o impacto da qualidade da tecnologia para o estresse e a produtividade. Entre os participantes com menos de 26 anos, a experiência com recursos tecnológicos ruins gerou um desempenho em média duas vezes menor se comparado às pessoas com 26 a 35 anos.
O impacto no estresse
A tecnologia pode ter impacto positivo também nos sentimentos e para aliviar o estresse dos profissionais, melhorando assim o bem-estar e reduzindo os riscos de diversas doenças associadas a problemas emocionais. O estudo Brain On Tech identificou que ter as ferramentas tecnológicas adequadas para desempenhar o trabalho, após uma experiência ruim com um computador com falhas, foi tão emocionante quanto assistir a vídeos de filhotes. Surpreendentemente, a mudança para um PC melhor induziu mais entusiasmo nos participantes do que receber uma recompensa financeira após a conclusão do experimento.
Outro dado importante foi sobre a recuperação do estresse dos participantes após uma má experiência com tecnologia. Os resultados mostram que aqueles que vivenciam esses momentos de alto estresse por conta de problemas tecnológicos demoram três vezes mais para relaxar e se recuperar, mesmo ao ouvir uma música relaxante, quando comparados aos que vivenciam menos problemas na jornada de trabalho. Os colaboradores que vivenciaram experiências ruins se sentiram duas vezes mais estressados e quase 30% mais desconfortáveis do que aqueles convidados a cantar uma música em público.
"Os dados desse experimento comprovam que a questão da tecnologia nas empresas vai muito além das áreas de TI e negócios. Os recursos tecnológicos adequados passaram a ser também uma preocupação do RH, já que os computadores e acessórios adequados podem ser uma das formas de combater o esgotamento e manter o bem-estar dos colaboradores", ressalta Diego Puerta. Ele destaca que além da performance e configuração do PC, as companhias devem preocupar-se também em oferecer o software e os acessórios adequados para os diferentes perfis de profissionais e para formatos de trabalho cada vez mais flexíveis.
Metodologia do estudo
A Dell e a EMOTIV desenvolveram um experimento customizado para medir em tempo real as reações de profissionais – de várias idades e perfis – enquanto completavam tarefas cognitivamente desafiadoras, usando computadores bons e ruins. Para isso, os participantes usaram headsets EPOC + wireless Brainwear®, da EMOTIV, coletando assim informações do cérebro dos participantes. Os níveis de estresse, foco, entusiasmo e frustração foram avaliados, utilizando os algoritmos de aprendizado de máquina proprietários da EMOTIV.
Foram testadas duas condições com tarefas similares. Na primeira denominada "Computador Ruim", os participantes receberam um notebook com problemas, enquanto durante a condição "Computador Bom", receberam computadores e telas de alto desempenho que simplificaram a experiência.
A EMOTIV também gravou a atividade cerebral durante várias situações para ter uma linha de controle, e forneceu vídeos felizes e estressantes para comparar as respostas com experiências conhecidas e medir os tempos de recuperação.

