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Estudo da IBM aponta que a maioria das empresas não está preparada para ataques cibernéticos

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Publicado em 07/01/2015 às 11:00


O IBM Center apresentou os dados do terceiro estudo com CISOs (Chief Information Security Officer) onde constatou que mais de 80% dos líderes de segurança digital acreditam que o desafio das ameaças externas está em ascensão. 60% afirmou que suas empresas estão desarmadas na guerra cibernética



As ameaças externas avançadas foram consideradas o principal desafio para 40% dos entrevistados e deverão exigir esforços adicionais nos próximos três a cinco anos. O segundo ponto mais indicado pelos executivos foram as regulamentações do setor (15%). Outra constatação foi que prevenção de vazamento de dados, segurança na nuvem e em dispositivos móveis são as áreas que precisam de mais transformação.



Para 80% dos CISOs ouvidos, o risco potencial de regulamentações e padrões tem aumentado ao longo dos últimos três anos. Os executivos não estão seguros sobre como os governos irão lidar com a governança de segurança em nível nacional ou global e quão transparente ela será.



O relatório abordou ainda outros temas como a segurança na nuvem. Enquanto a preocupação com a segurança na nuvem permanece alta, quase 90% dos respondentes adotaram cloud ou pretendem ter iniciativas na nuvem. Deste grupo, 75% esperam que o orçamento de segurança para essa área aumente nos próximos cinco anos.



A segurança inteligente lidera, ou seja, mais de 70% dos líderes pesquisados disseram que segurança inteligente e em tempo real é cada vez mais importante para a companhia. Apesar desse consenso, o estudo constatou que as áreas de classificação de dados, descoberta e inteligência de segurança analítica têm relativamente pouca maturidade (54%) e exigem melhoria ou transformação.        



Por fim, a segurança móvel ainda é necessidade. Apesar de o trabalho remoto estar em ascensão, somente 45% dos entrevistados afirmaram que têm uma abordagem eficaz no gerenciamento de dispositivos móveis. Na verdade, se considerarmos o ranking de maturidade de segurança tecnológica, segurança móvel e de dispositivos ocupa a última posição.