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Estudo da Kaspersky Lab relata que um terço dos ataques de phishing tem como objetivo o roubo de dinheiro
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Publicado em 08/04/2014 às 15:00A Kaspersky Lab apresenta estudo sobre ‘Ameaças virtuais financeiras de 2013’. Os criminosos virtuais estão tentando obter informações confidenciais de usuários, além de roubar valores de contas bancárias por meio da criação de sites falsos que imitam sites de organizações financeiras. Segundo pesquisa, em 2013, 31,45% dos ataques de phishing utilizaram os nomes de grandes bancos, lojas online e sistemas de pagamento eletrônico, 8,5% acima do observado no ano anterior. Na América Latina, que representa 3,56% dos ataques de phishing em todo o mundo, 36% delas são destinadas ao roubo de dados financeiros.
Ao contrário dos softwares maliciosos, que são criados para sistemas operacionais específicos, os ataques de phishing ameaçam todos os dispositivos capazes de acessar páginas da web. Em 2013, os alvos mais atraentes foram os bancos, usados em 70,6% de caráter financeiro. Isso representa um aumento acentuado em relação a 2012, quando os bancos representaram apenas 52%. No geral, os sites falsos de bancos estiveram envolvidos em duas vezes mais ataques (22,2%) no ano passado.
Os fraudadores usam marcas de empresas importantes para conseguir lucros significativos. Dentre os sistemas de pagamento eletrônico, os “favoritos” com 88,3% dos ataques, são de quatro marcas internacionais: PayPal, American Express, Master Card e Visa. Por vários anos seguidos, a Amazon.com foi o disfarce mais popular dos ataques de phishing envolvendo nomes de lojas online. Em seguida, mas muito atrás da Amazon, ficaram Apple e eBay.
Segundo Sergey Lozhkin, pesquisador sênior de segurança da Kaspersky Lab, os ataques de phishing são muito populares porque são simples de implementar e extremamente eficazes. “Muitas vezes não é fácil até mesmo para usuários avançados da Internet diferenciar um site fraudulento bem projetado de uma página legítima, o que torna ainda mais importante instalar uma solução de proteção especializada”, conclui Lozhkin.

