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Estudo da McAfee revela mitos e verdades sobre segurança digital

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Publicado em 24/11/2011 às 11:30


A McAfee divulga uma pesquisa com consumidores brasileiros sobre segurança digital, intitulada “Mitos e Verdades sobre Segurança Digital e seus impactos no uso da Internet no Brasil”. A análise aponta que o conhecimento é um fator crítico para navegar com segurança pela web. A pesquisa, encomendada pela McAfee à empresa global de pesquisa de mercado TNS Research International e realizada este mês entrevistou 600 adultos, homens e mulheres, na faixa etária acima dos 18 anos, nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

 

Em relação às verdades sobre segurança digital, a maioria, 88%, diz saber que as ameaças virtuais têm migrado para outros dispositivos eletrônicos, como smartphones e tablets. 68% dos entrevistados também são conscientes de que podem ser infectados apenas por visitar um site e, ainda, via dispositivos como drives USB. A respeito da rede Wi-Fi, 61% mostram estarem cientes que os dados transmitidos através dessas redes podem ser interceptados.   

 

Quanto aos mitos, a análise aponta que 62% dos entrevistados sabem que os sites conhecidos são mais seguros. Já 64% dos entrevistados cometeram o equivoco ao afirmar que o vírus é capaz de danificar peças do computador. Entretanto, 58% afirmaram corretamente que apenas o antivírus não é adequado para combater todas as ameaças virtuais.

 

Pela pesquisa, observa-se que apenas 34% dos entrevistados, sendo 50% homens e 19% mulheres, afirmaram ter conhecimentos avançados sobre tecnologia e segurança.  A maioria dos entrevistados (88%) utiliza com frequência a Internet, sendo o mais frequente o envio e acesso a emails (98%).

 

Sergio Oliveira, diretor da área de Consumer da McAfee, alerta aos consumidores a respeito dos riscos que podem existir em máquinas desprotegidas ou até mesmo infectadas por aplicativos perigosos, como software mal-intencionado que captura dados. "A pesquisa revela que os consumidores com conhecimento avançado apresentam maior número de atividades na Internet, porém também aponta que o percentual dos participantes que dizem ter sofrido ataque é muito similar. Isso indica que somente um maior conhecimento não representa estar mais seguro quanto às ameaças virtuais. É importante que o consumidor, independente de seu grau de conhecimento de tecnologias, adote práticas e ferramentas de segurança”, ressalta o diretor.