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Estudo da Symantec aponta novos desafios para migração de negócios em computação em nuvem
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Publicado em 22/06/2011 às 12:00
A Symantec anuncia o resultado da Edição 2011 da Pesquisa sobre Virtualização e a Evolução para a Nuvem, que analisou como as organizações pretendem migrar suas iniciativas essenciais de negócios para ambientes virtuais e híbridos de computação em nuvem. O estudo destacou tópicos como virtualização de servidores, armazenamento como serviço e tecnologias de computação em nuvem privada/híbrida e encontrou diferenças entre as expectativas e a realidade das empresas que implantam essas soluções. Os CEOs (Chief Executive Officers) e CFOs (Chief Financial Officers) estão preocupados com a migração das aplicações críticas para ambientes virtuais ou na nuvem devido aos desafios associados à confiabilidade, segurança, disponibilidade e desempenho. O estudo se baseou em mais de 3.700 entrevistas realizadas em 35 países, sendo 125 delas do Brasil.
"A computação em nuvem representa uma grande mudança no ambiente de TI – de um modelo tradicional de entrega para um modelo de prestador de serviços. Migrar para a nuvem é uma evolução complexa para muitas empresas e é essencial que a área de TI e os executivos estejam alinhados em suas iniciativas. A virtualização é um elemento facilitador para nuvens privadas e híbridas, e nossa pesquisa mostra que o planejamento para uma passagem sem problemas é fundamental para alcançar todos os benefícios de simplicidade, economia e eficiência que esses ambientes têm a oferecer", afirma John Magee, vice-presidente da área de Soluções de Virtualização e Nuvem da Symantec.
Das tecnologias avaliadas na pesquisa, a virtualização de servidores e a de armazenamento são as mais maduras, com 45% e 43% das empresas adotando-as, respectivamente. O armazenamento privado como serviço é o menos maduro, com 36% de adoção.
Os entrevistados foram questionados sobre as metas iniciais da virtualização de servidores, de armazenamento e de endpoints; armazenamento privado como serviço; e nuvens privadas e híbridas. Em seguida, foram questionados aqueles que já fizeram implementações e quais as metas realmente atingidas. A diferença entre as duas respostas revelou uma discrepância de expectativa: Os projetos de virtualização de servidores foram mais bem sucedidos, com diferença média de 4% entre metas esperadas e realizadas no mundo. As maiores diferenças ocorreram em termos de capacidade de expansão, redução de despesas de capital e redução de despesas operacionais.
No Brasil, a diferença média também é bem sucedida, mas cai para 1%. Entre as maiores diferenças, além da capacidade de expansão e redução de despesas de capital que coincidem com o índice global, a melhora nos índices de utilização de Servidor / Redução da conta de servidor é citada.
O déficit médio global na virtualização de armazenamento foi de 33%, com decepções nos quesitos agilidade, capacidade de expansão e redução de despesas operacionais.

