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Estudo da Verdantix e AT&T revela que computação em nuvem pode reduzir gastos com energia
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Publicado em 22/07/2011 às 15:14
De acordo com um estudo do Carbon Disclosure Project (Projeto de Divulgação de Carbono), “Computação em Nuvem: A Solução de TI para o Século XXI”, conduzida pela empresa de análise e pesquisa Verdantix e patrocinada pela AT&T, até 2020, grandes companhias americanas que utilizam computação em nuvem podem conseguir uma economia de US$ 12,3 bilhões e reduções anuais de emissões de carbono equivalentes a 200 milhões de barris de petróleo – suficientes para abastecer 5,7 milhões de carros por um ano.
O estudo revela que as companhias planejam acelerar a adoção de computação em nuvem de 10 para 69% de seus gastos com tecnologia de informação até 2020. Além disso, uma companhia que adota computação em nuvem pode reduzir seu consumo de energia, diminuir suas emissões de carbono e seus investimentos em recursos de TI, enquanto aumentam a eficiência operacional.
“O estudo também analisou o impacto nos negócios da transferência de uma aplicação negócios essencial – recursos humanos – para a nuvem e mostrou que tal investimento poderia trazer retornos em um ano”, comenta Stuart Neumann, gerente sênior da Verdantix.
Além do valor agregado previsto, a redução de emissão de carbono de 85,7 toneladas por grandes companhias americanas, a computação em nuvem pode ajudar usuários a evitar investimentos de capital diretos em infraestrutura; melhorar o tempo de colocação no mercado, uma vez que um novo servidor pode ser criado e colocado online em minutos; fornecer maior flexibilidade, pois, em nuvem as empresas podem pagar pelo uso de capacidade extra apenas quando precisarem; evitar a contínua manutenção da capacidade em excesso necessária para se lidar com picos; melhorar a automação que auxilia a lidar com as eficiências de processo.
“Os resultados do estudo formam um poderoso caso para os negócios continuarem a explorar e adotar soluções seguras e flexíveis de computação em nuvem”, disse John Potter, vice-presidente, As-a-Service Solutions, AT&T.
“Encontrar provedores e parceiros que possam fazer parte das operações com consumo de energia e gerenciá-las em capacidade compartilhada é bom tanto para as pegadas de carbono da empresa como também para seus resultados”, declara Andrew Winston, um dos principais especialistas em negócios sustentáveis e autor de “Green to Gold e Green Recovery”.
O estudo sugere que benefícios não financeiros significativos podem ser atingidos com a computação em nuvem, incluindo eficiência de processos de negócio e flexibilidade organizacional. “Redução de carbono é uma das motivações, mas não a primária. A motivação primária é o tempo de colocação no mercado. Os desenvolvedores levavam 45 dias para conseguir novos servidores, mas na infraestrutura interna da nuvem que operamos em nossa própria rede privada, isso leva apenas alguns minutos”, comenta Paul Stemmler, do Citigroup.

