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Estudo do IDC revela que mercado brasileiro de PCs cresce 5% em vendas no segundo trimestre

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Publicado em 08/09/2017 às 17:00


 Pelo segundo trimestre consecutivo o mercado de PCs mostrou crescimento no Brasil. De acordo com o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q2, realizado pelo IDC Brasil, entre os meses de abril e junho de 2017 foram vendidos 1,243 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais do que no mesmo período de 2016, quando o mercado chegou à marca de 1,182 milhão de computadores comercializados.



Do total de computadores vendidos no segundo trimestre de 2017, 396 mil são desktops - 10% a menos do que no mesmo período de 2016, quando foram vendidas 438 mil máquinas -, e 847 mil notebooks - 14% a mais na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando foram vendidos 744 mil equipamentos. “O crescimento no primeiro semestre de 2017 mostra que o mercado ainda tem fôlego para fechar um bom ano. A liberação do dinheiro do FGTS contribuiu para o aumento nas vendas. Além disso, os fabricantes passaram a oferecer computadores com preços mais acessíveis, em torno de mil reais, o que alavancou o mercado”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. Segundo ele, este movimento trouxe de volta uma parcela da população que não tinha condições de compra e outra que precisava renovar as máquinas.



Ainda de acordo com o estudo da IDC, o mercado voltado ao consumidor final continua na liderança das vendas, com 68% de participação. O varejo vendeu 843 mil equipamentos, o que representa crescimento de 6% ante 795 mil de abril a junho de 2016. O mercado corporativo também mostrou números positivos. No segundo trimestre de 2017, 400 mil máquinas foram destinadas ao segmento, alta de 3% em relação ao segundo semestre de 2016, quando foram 387 mil. Quanto ao tíquete médio dos computadores no segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2.177, contra os R$ 2.445 de 2016, recuo de 11%. Já na comparação com os três primeiros meses de 2017, houve aumento de 2% na média de preços.



Para 2017, o IDC Brasil prevê crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016. “Acreditamos que o mercado chegue a 4,55 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook. A receita deve ficar na casa dos R$ 10,3 bilhões”, finaliza o analista.