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Estudo solicitado pela Borland aponta que 46% dos executivos de TI não têm controle sobre gastos com aplicações
PartnerSales
Publicado em 16/05/2012 às 11:25
Em pesquisa encomendada pela Borland, executado pela Vanson Bourne, foi revelado que quase metade dos responsáveis pela área de TI das empresas admite que desconhece os custos exatos para manter todas as aplicações corporativas atualizadas. Essa falta de entendimento gera um passivo oculto para as organizações, assim como aumenta os riscos para o negócio. O levantamento ouviu 590 diretores de TI e CIOs de nove países, incluindo 100 executivos do Brasil.
O estudo estima que os custos globais para atualização das aplicações atinge cerca de US$ 10,9 milhões, dos quais US$ 8,5 milhões voltados especificamente à manutenção de sistemas que rodam no mainframe. E as expectativas são de que esses custos cresçam uma média de 9% ao longo dos próximos cinco anos.
Por outro lado, 87% dos entrevistados confirmaram que já têm um processo e uma estratégia para gerenciar seu portfólio de aplicações, que prevê revisões constantes. Apesar disso, 56% deles admitem que não conhecem esses ambientes de forma detalhada. Um em cada 20 entrevistados confessou que seu ambiente de aplicações é uma ‘massa confusa’. Já 18% afirmaram que contêm um legado que ninguém faz ideia de como atualizá-lo e o mesmo número (18%) confirmou que apresenta aplicações redundantes, que estão consumindo recursos desnecessários de TI
Os três principais fatores que mais influenciam a modernização de aplicações que rodam no mainframe são: reduzir custos (de hardware e software); melhorar a confiabilidade, produtividade e velocidade das operações; ter sistemas preparados para suportar futuras inovações e o crescimento dos negócios.
Outra descoberta do estudo é que 90% dos entrevistados planejam modernizar pelo menos uma aplicação essencial ao negócio nos próximos 12 meses. Quanto aos sistemas que devem ser priorizados nessa modernização estão Recursos Humanos, BPM (gestão dos processos de negócio), PPM (gestão do portfólio de projetos), CRM (gestão de relacionamento com clientes), finanças, contabilidade e ERP (gestão empresarial).

