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F5 Networks lista principais batalhas de segurança em 2016

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Publicado em 18/12/2015 às 14:00


A F5 Networks apresenta suas previsões sobre as mais importantes batalhas de segurança em 2016: 



Falhas de segurança de dispositivos da Internet das Coisas (IoT) irão afetar grandes data centers



À medida que mais dispositivos e aplicativos se unem ao ecossistema IoT, a probabilidade de vulnerabilidades originárias do IoT chegarem a afetar os data centers aumenta exponencialmente. Assim, em 2016, a luta passará para outro front: manter o tráfego IoT seguro e afastado de áreas sensíveis – especialmente dos data centers.



Apps de pagamento serão um grande alvo dos hackers



Se 2015 testemunhou grandes ataques a dados corporativos, em 2016 os hackers voltarão sua atenção às vulnerabilidades de apps para pagamento a partir de dispositivos móveis.  É imperativo que os desenvolvedores de apps para pagamento móvel – desde instituições financeiras até empresas independentes – adotem em todo o processo de trabalho soluções de segurança eficazes e ágeis, capazes de repelir os inevitáveis ataques.



Em 2016, o SSL estará em toda parte



2016 será o ano em que a criptografia SSL se tornará padrão. Com essa mudança, será mais difícil para as equipes de segurança identificar (visualizar) e rastrear perdas de dados. Em meados de 2015, por exemplo, hackers obtiveram as impressões digitais e os números da seguridade social de mais de 22 milhões de norte-americanos na invasão ao Office of Personnel Management. A ação passou despercebida durante muitos meses porque não havia um protocolo para inspeção do tráfego de saída criptografado – tráfego que continha os dados roubados. As atuais ferramentas de segurança monitoram, tipicamente, a existência de malware no tráfego entrante. Infelizmente o modelo zero-trust/SSL everywhere traz um ponto cego para a inspeção do fluxo de saída. A necessidade de ‘analisar e inspecionar’ o tráfego de saída será crucial para a segurança da rede em 2016.



A nuvem híbrida finalmente será padrão de mercado



Embora se venha falando na nuvem há anos e as empresas venham lentamente movendo dados e serviços para fora de suas instalações próprias, 2016 será o ano em que as empresas aceitarão que a nuvem híbrida é o novo padrão do mercado. Quer seja uma combinação de armazenamento local e na nuvem, quer seja o uso de serviços baseados na nuvem, ou até mesmo a Shadow IT migrando para a nuvem corporativa, a nuvem já está na sua empresa e veio para ficar. O desafio dos gestores de TIC será aprender como monitorar e administrar todas as instâncias da nuvem híbrida, assegurando  que dados e aplicativos críticos estejam sempre disponíveis e seguros.



Hackers selecionarão alvos e contornarão soluções tradicionais de segurança 



A próxima onda de ataques cibernéticos segue evoluindo e os hackers estão se movendo em direção a uma seleção de alvos mais definidos – para isso, alguns cibercriminosos estão escrevendo códigos para contornar tecnologias de alguns fornecedores de segurança. O resultado desta estratégia serão mutações do malware a uma velocidade difícil de acompanhar. Em 2016, as empresas lutarão para antecipar ameaças de rápida transformação e em constante evolução. Para isso, usarão soluções de análise comportamental, uma nova forma de assegurar que os dados e aplicativos estejam fazendo aquilo para que foram criados.



Disaster Recovery garantirá continuidade de negócios em caso de ataques



Embora as empresas movam cada vez mais seus dados para a nuvem, muitas delas ainda estão fazendo backup em seu próprio data center. A redundância é a sua política de segurança e, no caso de um provedor de nuvem ficar indisponível, espera-se que garanta a continuidade dos negócios. Com roubos de dados e ataques cibernéticos em ascensão, as empresas estão na corda bamba e a nuvem é uma das principais preocupações quanto à segurança. Os principais provedores de serviços de nuvem não foram hackeados ainda, mas as corporações usuárias precisam estar preparadas. É por isso que 2016 será o ano do planejamento de recuperação de desastres (Disaster Recovery) na nuvem.