Especial
Forcepoint
Por Virgínia Santos
Publicado em 07/03/2016 às 14:23Inovação constante para enfrentar os desafios da cibersegurança no mercado mundial
Com John Starr como vice-presidente Global Sales Channels e Professional Services, a Forcepoint apresenta uma abordagem renovada para enfrentar os desafios da cibersegurança que estão em constante evolução no mercado mundial.
No início de 2016, a Forcepoint despontou no cenário mundial, formada a partir da integração da Websense, Raytheon Cyber Products e da recém-adquirida empresa de firewall de última geração (NGFW) Stonesoft, a companhia foi criada para capacitar organizações a impulsionarem seus negócios, mediante a adoção segura de tecnologias transformadoras – nuvem, mobilidade, Internet das Coisas (IOT) e outras – através de uma plataforma unificada e centrada na nuvem que protege usuários, redes e dados.
Vale ressaltar que a plataforma da Forcepoint protege contra ameaças internas e externas, detecta brechas de segurança com rapidez, reduz ao mínimo o “dwell time” – o período entre o compromisso e a reparação – e impede o roubo de dados, possibilitando que as empresas tenham sucesso em suas transações comerciais.
Defender, Detectar, Decidir e Derrotar – esta é a visão de Segurança 4D da Forcepoint. Mais de 20.000 organizações espalhadas pelo mundo utilizam as soluções de proteção contra ameaças internas e externas da companhia. Com sede em Austin, no Texas (EUA), a companhia é especializada em vendas, serviços, laboratórios de segurança e desenvolvimento de produtos.
A seguir, um bate papo com o vice-presidente Global da Forcepoint sobre as diretrizes e perspectivas da empresa no cenário nacional e mundial:
PS: Fale-nos sobre a sua carreira profissional, onde tudo começou?
John Starr: Eu cresci nos Estados Unidos, bem perto de Nova York. Estudei na Universidade de Notre Dame e concluí a pós-graduação na Universidade de Nova York. Passei o início da minha carreira trabalhando como consultor em uma variedade de indústrias, mas logo me estabeleci em uma carreira focada no setor de tecnologia e, eventualmente, em software.
PS: Por quais empresas você trabalhou e quando chegou à Forcepoint?
John Starr: Ingressei na Forcepoint há pouco mais de dois anos. Antes, trabalhei com a Vista Equity Partners, IBM e CapGemini.
PS: O que pode dizer sobre a nova companhia Forcepoint? Quais são suas novas diretrizes?
John Starr: A Forcepoint foi criada para apoiar o crescimento de empresas através da adoção segura de tecnologias de transformação (nuvem, mobilidade, Internet das Coisas (IoT), entre outras). Planejamos oferecer uma plataforma unificada baseada em nuvem para:
o Defender contra ataques
o Detectar atividades suspeitas com mais velocidade
o Decidir quais ações devem ser tomadas tendo posse de todo o contexto necessário
o Derrotar o ataque e impedir o roubo de dados.
Esta é a visão de Segurança 4D da Forcepoint. Possuímos a experiência, o compromisso financeiro e o acesso contínuo à tecnologia única para entregar o mais alto grau de segurança de defesa.
PS: De que maneira a Forcepoint planeja enfrentar os desafios de segurança virtual? Qual é a sua visão dos mercados de segurança?
John Starr: Acreditamos que a indústria de segurança está lutando para atender as demandas que lhe são colocadas pela comunidade empresarial internacional. Hoje, as companhias enfrentam ataques bem planejados, financiados e complexos. A perda de dados afeta negativamente a rentabilidade das empresas e consequentemente enfraquece a confiança dos clientes. Nosso setor tem respondido às ameaças que surgem. A Forcepoint foi desenvolvida para oferecer uma abordagem diferenciada. Possuímos uma plataforma unificada, baseada na nuvem para proteger o usuário, a rede e os dados.
PS: Como as companhias, de modo geral, podem crescer com a adoção de tecnologias de transformação – a nuvem, a mobilidade, a Internet das Coisas (IoT) e outras?
John Starr: No mundo atual, é vital para o sucesso de uma empresa ter as informações corretas no momento certo e no lugar certo. E é essa necessidade que está impulsionando as tecnologias de transformação mencionadas na pergunta. A Forcepoint assumiu o compromisso de auxiliar o cliente a aproveitar as oportunidades de mercado criadas pela nuvem, mobilidade e IoT com confiança e assegurando que seus dados mais valiosos estejam protegidos.
PS: Qual é o desempenho da companhia hoje no Brasil?
John Starr: Temos uma grande presença no mercado brasileiro, seguindo com ótimo desempenho. Com todas as mudanças que a nossa companhia passou durante os últimos seis meses, esperamos ainda mais resultados do Brasil.
PS: Em quais segmentos a companhia opera?
John Starr: Segurança cibernética é uma necessidade compartilhada por todos. Por isso, estamos presentes em todos os segmentos de atuação das empresas e trabalhamos com clientes de todos os portes.
PS: Qual é o maior desafio da Forcepoint em 2016?
John Starr: É importante que o mundo saiba o que a Forcepoint representa hoje – o que podemos fazer agora e onde estaremos amanhã. Estamos confiantes de atender todas as necessidades de nossos parceiros e usuários.
PS: Quais notícias você tem para seus parceiros e quais soluções pretende destacar esse ano?
John Starr: Os parceiros que trabalhavam com Websense, Raytheon Cyber Products ou Stonesoft que eram empresas independentes, hoje encontram uma companhia muito diferente depois da combinação das três e a criação da Forcepoint. Primeiro, cada parceiro terá acesso a um número maior de soluções e tecnologias. Segundo, eles devem encontrar uma companhia que vem investindo muito em P&D. Esse investimento já começou com a integração dos produtos. Em 2016, essa integração deve continuar e nossos parceiros terão um número ainda maior de soluções para comercializar até o final do ano. Terceiro, eles terão um nível muito mais profundo de análises em nossas soluções até o final de 2016 – incluindo análises comportamentais e análises de dados. Esses recursos devem funcionar em conjunto para oferecer ao cliente um nível muito maior de visibilidade em toda a plataforma da Forcepoint, e priorização aprimorada das situações de segurança que a nossa companhia descobre todos os dias.
PS: Quais soluções da marca geram mais vendas para os canais?
John Starr: Trabalhamos com e através do canal de maneira praticamente exclusiva. Por isso, todas as soluções que oferecemos apresentam oportunidades rentáveis aos nossos parceiros. No passado, a plataforma TRITON tradicionalmente representou a maior parcela das vendas, mas isso deve mudar até o final de 2016. É necessário pensar a Forcepoint como uma plataforma com módulos representando as diferentes funcionalidades disponíveis, que seria a melhor maneira de posicionar nossas capacidades no mercado atual.
PS: Qual é o relacionamento da Forcepoint com seus canais e empresas parceiras?
John Starr: Os relacionamentos com nossos parceiros no mundo inteiro são a base de nosso sucesso. Muitos desses acordos existem há anos e refletem nosso compromisso. A Forcepoint trabalha para auxiliar o parceiro a enfrentar a complexidade dinâmica do mercado de segurança. Com soluções diferenciadas, o programa para canais foi desenvolvido para aumentar a rentabilidade do parceiro e estabelecer uma relação de longo prazo. A Forcepoint é um parceiro forte no Brasil e no resto do mundo. Oferecemos uma grande variedade de programas e incentivos para canais. As informações podem ser obtidas ao contatar os gerentes de canal locais ou através do email partner@forcepoint.com.
PS: Como se dá a participação da companhia com seus canais?
John Starr: Temos um relacionamento muito próximo e com participação ativa no atendimento comercial dos canais. Mantemos contato constante com nossos parceiros através de diversas ferramentas digitais, mas por ofertarmos soluções adaptáveis a diferentes cenários fazemos questão de atuar pessoalmente na condução das oportunidades de negócios dos pontos de venda.
PS: Quais são os diferenciais da Forcepoint?
John Starr: Nenhuma outra companhia oferece a combinação de estabilidade financeira, soluções tão amplas e capacidade contínua de inovar. Os parceiros podem oferecer nossas soluções para seus clientes com segurança, porque mantemos soluções que atendem às necessidades de nossos clientes hoje e possuímos os recursos financeiros e experiência técnica para enfrentar os desafios de segurança de amanhã.
PS: Como está a expectativa para o Partner Conference Brazil que será realizado este mês em São Paulo?
John Starr: Durante o encontro, eu e outros executivos apresentaremos a Forcepoint pessoalmente aos parceiros. O evento inclui informações sobre a estratégia de produtos e explicações mais detalhadas de nossas soluções. Além disso, organizaremos vários eventos com parceiros e clientes ao longo do ano.

