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Mercado

Furukawa discute a crescente demanda do mercado de TV a Cabo no Brasil

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Publicado em 09/08/2011 às 09:56


O serviço de TV a Cabo terá ampliação da cobertura e aumento de competidores.  Os provedores de internet, por exemplo, já começam a trocar seus sistemas de rádio por fibra óptica com a expectativa das novas licenças para a venda de pacotes de televisão, telefonia e banda larga até o fim deste ano.



“O aumento da necessidade de banda e a crescente competição com outras empresas já utilizando as redes FTTH para a oferta de acessos a web em 100 Mbps e 1 Gbps, faz com que as empresas de TV a cabo comecem a repensar suas infraestruturas, buscando outras alternativas que vão além da opção mais óbvia que é a evolução para o padrão DOCSIS 3.0 (Data Over Cable Service Interface Specification) para o aumento da banda, porque essa opção traz uma série de limitações para um horizonte de estudo de médio prazo”, diz Nelson Saito, gerente Técnico e responsável pela área de Broadband da Furukawa.

 

Segundo o executivo, a infraestrutura de comunicação dominante das emissoras de TV a cabo no Brasil para a prestação dos serviços de transmissão de Vídeo, Dados e telefonia IP ainda é composta pelas Redes  HFC  (Híbrida Fibra Coaxial). “Essas redes apresentam certa qualidade no transporte dos sinais digitais e foram o padrão no mercado japonês por mais de dez anos e ainda continuam sendo aqui no Brasil e em outros mercados, como o dos EUA. Mas, com as mudanças de cenário demandando um novo conceito de qualidade à competição acirrada entre as empresas, muitos engenheiros gestores de redes questionam o que fazer”, continua o executivo, que acredita que as redes 100% ópticas se tornam a melhor alternativa para a migração.

 

Saito explica que as Redes GePON compõem uma infraestutura de altíssima velocidade, que melhora indefinidamente a capacidade da rede para transportar vídeo e 3D em ultra banda larga, com alta qualidade de imagem. "O que estamos propondo é a próxima geração, ou seja, sair do modelo que mescla cabeamento metálico (cobre) e fibra, para somente fibra, ganhando um diferencial que será sustentado para os próximos 15 a 20 anos", observa o especialista da Furukawa.