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Futurecom 2017 apresenta inúmeras novidades aos participantes

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Publicado em 27/09/2017 às 09:00


Uma rede 5G que promove a experiência da realidade aumentada sem sair de casa; a loja de esportes do futuro – espaço no qual será possível vivenciar novas experiências digitais, a exemplo do pagamento por meio da identificação da face; um novo sistema de rastreamento de materiais laboratoriais via blockchain; acesso às informações de um produto perecível por meio da leitura de um QR code no próprio celular ou tablet e uma nova rede de alta tecnologia que ligará Brasil e Estados Unidos via cabeamento submarino. Essas são algumas das inovações que o maior evento de Telecomunicações, TI e Internet na América Latina, o Futurecom 2017, apresentará esse ano, de 2 a 5 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.



A 19ª edição do Futurecom trará uma série de novidades, como um espaço de mais de 200 m2 dedicado às demonstrações de Internet das Coisas (IoT) em vários setores: Agricultura, Carros Conectados, Cidades Inteligentes, Varejo, Indústria 4.0, Saúde, entre outros. Um dos momentos mais aguardados é o lançamento do Plano Nacional de Internet das Coisas, durante a solenidade de abertura do evento, a partir das 19h30 do dia 2 de outubro, com a presença do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab; do secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges, e do secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Maximiliano Martinhão.



Na sequência, a programação do congresso terá a primeira apresentação pública para a imprensa do plano, às 9h do dia 3 de outubro, quando o consórcio liderado pela consultoria McKinsey & Company – com a participação da Fundação CPqD e do escritório de advocacia Pereira Neto/Macedo – vai expor em detalhes as políticas, o plano de ação e as estratégias de implantação das tecnologias que vão conectar dispositivos e equipamentos. Outro parceiro no trabalho é o BNDES.



Os vistantes também poderão conhecer demonstrações dinâmicas de tecnologias ainda pouco experimentadas no mundo, como uma camada de sensores e terminais que é composta por câmeras de monitoramento, dispositivos de videoconferência, telefones e uma variedade de sensores, que ajudam a coletar e analisar dados por meio da Internet das Coisas para smart cities.