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Gartner afirma que BI e analíticos precisam ser ampliados para apoiar o crescimento explosivo das fontes de dados

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Publicado em 06/05/2013 às 10:00


 



De acordo com o Gartner, BI e analíticos precisam ser ampliados para apoiar o grande crescimento das fontes de dados. Os líderes de BI precisam adotar uma ampla gama de ativos de informação para ajudar as empresas a investirem em uma plataforma com a arquitetura certa da solução. Durante a Conferência Gartner BI e Gestão da Informação, que acontece nos dias 4 e 5 de junho, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, os participantes conhecerão as capacidades disponíveis da plataforma para analisar, prever e agir nos processos, que deverão evoluir ao oferecer suporte às análises de negócios, que serão apresentadas em palestra comandada por João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner e chairman da conferência.



O Gartner aponta três importantes previsões para as equipes de TI considerarem no futuro; em 2015, cerca de 65% dos pacotes de aplicações com analíticos avançados terão Hadoop embutido. As empresas perceberam a força que as análises auxiliadas pelo Hadoop trazem para os programas de Big Data, principalmente na análise de dados mal estruturados, de comportamento, de texto e consultas com base em tempo. Enquanto as organizações de TI conduzem testes pelos próximos anos, especialmente com produtos e aparelhos de sistemas de gerenciamento de bases de dados (Data Base Management System - DBMS) ativados por Hadoop, os fornecedores estarão um passo à frente e embutirão funções de análises em Hadoop dentro de pacotes das aplicações. Até agora, a tendência é mais perceptível com as ofertas de aplicações na Nuvem.



Outro dado é que em 2016, cerca 70% dos fornecedores de BI líderes terão incorporado habilidades de compreensão de linguagem e fala. Na pressa de portar suas aplicações para aparelhos móveis e tablets, eles tendem a focar apenas na adaptação das tradicionais interfaces de usuários de BI para “apontar e clicar” ou “arrastar e soltar” para interfaces touch.



O terceiro ponto revela que em 2015, mais de 30% dos projetos analíticos vão entregar insights com base em dados estruturados e não estruturados. Porém, isso está mudando na medida em que as empresas se esforçam para obter insights de novas e diferentes fontes de dados. O potencial valor aos negócios de aproveitar e agir sobre as percepções dessas fontes, junto com o significativo hype do mercado sobre Big Data, tem alimentado o desenvolvimento de novos produtos para lidar com a variedade de informações entre os fornecedores já existentes e estimular a entrada de novas abordagens para relacionar, correlacionar, gerir, armazenar e encontrar ideias em dados variados.