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Gartner promove debate sobre evolução do HTML e novas tecnologias híbridas
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Publicado em 05/07/2013 às 18:00
A Gartner promoverá debate sobre a evolução do HTML5 e novas tecnologias na Conferência Arquitetura de Aplicações, Desenvolvimento e Integração, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto, no Sheraton São Paulo WTC Hotel. A empresa estima que em 2016 mais de 50% dos aplicativos móveis serão produzidos com sistemas híbridos, que oferece um equilíbrio entre Apps da Web, baseados em HTML5 e nativos.
Entre as temáticas propostas no evento estão que as implicações para TI ‘dominada’ pelos PCs com Windows como uma única plataforma sejam substituídas pela era pós-PC. “Este sistema operacional é uma dentre a variedade de ambientes que a TI precisará dar suporte", afirma Van Baker, vice-presidente de pesquisas do Gartner Baker.
Segundo o Instituto, uma grande variedade de dispositivos que fornecem métodos alternativos de acesso se proliferará, incluindo set-top boxes (conversores), Internet TVs, entre outros. Todos exigirão o suporte dos negócios. Será necessária uma estratégia multi-dispositivo a ser integrada às aplicações e arquiteturas existentes, e não adicionada separadamente.
"Enquanto os aplicativos híbridos serão a maioria dos Apps móveis corporativos, as tecnologias Web, como HTML5, serão as linguagens mais comuns para a construção de aplicações móveis, em 2015", diz David Mitchell Smith, vice-presidente do Gartner. No entanto, os diferentes requisitos para os cenários de consumidores (B2C) e empresas (B2E) resultarão em diferentes usos das abordagens nativas, Web e híbridas.
O analista recomenda que as organizações abertas ao crescimento da Web (como o desenvolvimento de aplicações híbridas) façam implantações para aparelhos móveis, tendo em mente que muito mais deve ser feito sem esse crescimento, após 2015. “As empresas também precisam continuar com o desenvolvimento de habilidades de tecnologia na Web, encontrar os usos corretos para garantir novas tecnologias e abordagens, como HTML5, e lidar com a incerteza e velocidade do cenário dos aplicativos móveis impulsionado pelos consumidores”, completa Smith.

