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Gastos com TI na América Latina devem atingir 293 bilhões de dólares em 2013
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Publicado em 16/09/2009 às 17:32O Gartner diz que os gastos com Tecnologia da Informação na América Latina devem aumentar e atingir a marca de 293 bilhões de dólares até 2013. O número eleva a região à condição de segundo maior mercado emergente em TI nos próximos quatro anos, atrás apenas da Ásia.
Somando as quatro regiões consideradas como mercados emergentes (América Latina, Ásia/Pacífico, Oriente Médio/África e Leste Europeu), a previsão para os gastos até 2013 apontam para, aproximadamente, 1,34 trilhão de dólares, valor equivalente a 36,4% do total de gastos com TI em todo o mundo, estimado em 3,67 trilhões de dólares.
"Os CIOs da América Latina passarão por processos críticos de decisão que influenciarão e direcionarão os principais segmentos do mercado de TI nos próximos anos", afirma o VP analista emérito do Gartner e chairman da Conferência Futuro da TI, Donald Feinberg.
BI como prioridade
De acordo com o Gartner Executive Programs CIO Survey 2009, pesquisa realizada com mais de 1500 CIOs em todo o mundo, a prioridade dos diretores de TI na América Latina continua sendo as aplicações de Business Intelligence. Esta é a quinta vez consecutiva que a tecnologia está entre as duas primeiras posições da lista.
"Durante os últimos anos, os interesses dos diretores de TI na América Latina se aproximaram das prioridades dos CIOs no mundo. Hoje, mesmo com algumas diferenças na ordem, os dez temas prioritários são os mesmos nas duas listagens", aponta Feinberg.
As três primeiras tecnologias prioritárias na América Latina são, respectivamente, BI – que inclui análise e mineração de dados (mining) –, aplicações de negócios (ERP, CRM e SCM) e virtualização de servidores e storage. Esta ordem das tecnologias é idêntica às opiniões dos diretores de TI de todo o mundo.
"Apesar do interesse das companhias, ainda há falta de expertise em BI na América Latina, levando à procura pelas ofertas de outsourcing dessa tecnologia. Este cenário, no entanto, deve mudar entre três e cinco anos", explica Feinberg.

