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GfK apresenta resultados e tendências de vendas para o setor de eletroeletrônicos

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Publicado em 12/11/2015 às 13:00


                                                                                             



A GfK realizou na última semana em São Paulo a 12ª Conferência Anual GfKGerenciando Bens Duráveis em Tempos de Crise.  O evento reuniu executivos da indústria e do varejo de bens duráveis para a apresentação de tendências de consumo e resultados de vendas de eletroeletrônicos no período de janeiro a agosto deste ano



Segundo a área de projeções de vendas da GfK, em 2015, o faturamento em dólar proveniente das vendas globais de eletroeletrônicos ao consumidor final vai cair 7% em comparação a 2014.  A América Latina é a região que apresentará a pior tendência (-24%).  A GfK prevê que os gastos dos brasileiros com produtos de tecnologia chegarão a R$ 80 bilhões no final de 2015. O montante é 17% menor em comparação ao ano anterior.



Até agosto, a retração foi mais intensa nas Regiões Sul (-12%) e Sudeste (-20%), mais branda no Norte e Centro-Oeste (-4%) e no Nordeste (-10%). “Estas regiões fora do eixo dos grandes centros registraram quedas mais moderadas e tendem a aumentar sua importância no mercado nacional de eletroeletrônicos, portanto, há oportunidade para substituir produtos já obsoletos no mundo, mas que ainda vendem nessas regiões”, assinala a Diretora de Operações e Varejo da GfK, Gisela Pougy.



O comércio eletrônico respondeu por 22% das vendas em 2015. O canal trabalha com um preço médio 74% superior ao das lojas físicas, pois oferece um portfolio mais Premium. No caso dos smatphones, o preço médio do canal online é 104% mais alto do que no varejo convencional.



O segmento de Telecom cresceu 4% impulsionado pelas vendas de smartphones que já representam 91% do mercado brasileiro de telefones móveis.  Os aparelhos que mais ajudaram a alavancar as vendas são os dotados de tecnologia 4G, e os que têm telas maiores do que 5, que ficaram significativamente mais baratos. O gasto médio dos brasileiros na categoria de R$ 666 é maior que o dobro da média de 2012.



 



A retração mais intensa foi a observada no segmento denominado “linha marrom” que inclui televisores e aparelhos de som. As vendas entre janeiro e agosto de 2015 somaram R$ 6,4 bilhões, 38% a menos que os R$ 10,4 bilhões faturados no mesmo período do ano anterior. Fora dos períodos de Copa do Mundo, foram as inovações, como as TVs de telas finas que sustentaram o desempenho do segmento.  Desde 2006, foram vendidas no Brasil 65 milhões de TVs com essa característica, mais especificamente as com tecnologia LED.  Os preços das TVs mais modernas UHD e FHD ficou mais convidativo, com redução média de 37% e 30% respectivamente.  A preferência do consumidor recai sobre os televisores conectados à Internet e com resolução Ultra HD.