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IDC prevê crescimento significativo do mercado de Cloud Computing no Brasil até 2013

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Publicado em 06/04/2011 às 16:13


O IDC apresentou um amplo cenário do mercado de Cloud Computing no Brasil e outros países, depois de reunir mais de 500 profissionais de TI no Cloud Solutions Roadshow 2011, evento realizado em São Paulo.

 

 De acordo com os estudos realizados pelo instituto, o Brasil é o país que mais tem interesse por Cloud Computing quando comparado com os demais da América Latina. Atualmente, 18% das médias e grandes empresas brasileiras já utilizam alguma aplicação de computação em nuvem. Até 2013, esta fatia deve saltar para 30% a 35%, número que é aproximadamente 60% maior do que a base atual. Nos demais países da América Latina, 14,5% das empresas têm ou planejam ter algum tipo de aplicação.



“Cerca de 98% das companhias consultadas acreditam que essa tecnologia veio para ficar, embora muitas delas apontem receios, como segurança e precificação”, declarou  Mauro Peres, country manager da IDC Brasil.



Analisando o mercado mundial, o IDC estima que em 2011 sejam gastos US$ 10 bilhões em aplicações de Cloud Privada, como servidores, storage e rede, por exemplo.



As pesquisas da IDC revelam também que a redução de custos, a possibilidade de pagamento por uso e a elasticidade dos sistemas estão entre os atributos mais valorizados pelas áreas de TI no Brasil quando questionadas sobre os benefícios esperados de um ambiente Cloud.



Para Célia Sarauza, gerente de Pesquisas da IDC Brasil, a inexistência de práticas de governança e métricas que revelem os custos atuais dos ambientes de TI é o principal ponto a ser avaliado no mercado de Cloud. “Poucas empresas possuem, de fato, as ferramentas e os indicadores necessários para conhecer a fundo os custos e a criticidade de cada aplicação ou serviço de TI. Num cenário em que o hardware está cada dia mais barato e os modelos de licenciamento mudando rapidamente, é imperativo que novos componentes sejam adicionados às equações de valor de TI, para que levem mais em conta componentes ligados a negócios (como níveis de serviço, capacidade de resposta e custo de oportunidade) e não somente aqueles relacionados aos ativos de TI (como o custo do hardware e do software) e à velha prática de calcular receitas versus despesas”, avalia.