PartnerSales


Imprimir

Antena

Intel Security alerta sobre os perigos escondidos nas mídias sociais em razão do Dia das Crianças

PartnerSales

Publicado em 07/10/2015 às 17:00


A Intel Security alerta os pais para que fiquem atentos à segurança dos pequenos na Internet. Uma pesquisa realizada pela companhia, que ouviu 507 crianças e adolescentes no Brasil, revelou que 83% das crianças entre 8 e 12 anos são ativas nas redes sociais. O índice sobe para 97% entre adolescentes de 13 a 16 anos.  



A pesquisa revelou também que as crianças começam a atuar nas mídias sociais bem cedo. Quase metade das crianças entrevistadas (45%) criou sua conta no Facebook quando tinha entre 8 e 10 anos de idade. As regras de segurança da rede social permitem a criação de contas para pessoas com mais de 13 anos; mesmo assim crianças mentem a idade para conseguir criar o perfil. Outro dado bastante assustador revelado pela pesquisa é que 20% dos entrevistados entre 8 e 12 anos dizem que se encontraram ou se encontrariam com alguém que conheceu na internet. “Muitos pais acham que os filhos sabem mais sobre mídias sociais do que eles próprios e, por isso, não acompanham de perto o comportamento das crianças. Além da possibilidade de ser abordado por algum estranho mal intencionado, a mídia social também é muito usada pelas próprias crianças para cometer cyberbullying”, diz Thiago Hyppolito, engenheiro de produtos da Intel Security.   



De acordo com o estudo da Intel Security, as crianças e adolescentes brasileiros admitem esconder suas atividades online dos pais (48%) e mudar seu comportamento quando sabem que os pais estão vigiando (33%). Entre as técnicas mais usadas pelas crianças para esconderem o que fazem estão: apagar o histórico do navegador (23%), apagar mensagens (20%), usar um dispositivo móvel em vez de laptop ou desktop (17%) e minimizar o navegador quando adultos estão por perto (16%).  



Nas mídias sociais, para esconder o que fazem, parte das crianças prefere usar nomes falsos ou apelidos em seus perfis (26%). Segundo eles, fazem isso para postarem o que querem sem que os colegas saibam quem eles são (53%) ou porque não querem que os pais ou professores descubram que estão envolvidos com algum tipo de conteúdo impróprio (40%).



Confira algumas dicas úteis:



1. Converse com seus filhos. Frequentemente converse com as crianças sobre os riscos das mídias sociais e assuntos como reputação online, cyberbullying, interação com estranhos, etc. Aproveite os temas sobre violação de segurança abordados em notícias ou casos acontecidos em escolas para conversar com as crianças.



2. Defina regras. Defina um tempo máximo que a criança pode ficar na internet por dia e quais são os jogos, sites e aplicativo que ela pode usar.



3. Tenha acesso às senhas. Os pais devem ter as senhas para total acesso aos dispositivos dos filhos e também as senhas usadas por eles nas contas de mídia social e aplicativos.



4. Conheça as mídias sociais que seu filho usa. Crie contas nas mídias sociais mais populares para entender como funcionam e quais os perigos que podem oferecer. Tente ficar bem informado sobre os novos aplicativos e redes sociais que aparecerem.



5. Leia as indicações de jogos e aplicativos. Antes de permitir que seu filho baixe um novo jogo ou aplicativo conheça as restrições de idade e leia os comentários de clientes sobre eles, assim você será capaz de discernir se um aplicativo é adequado para o seu filho ou não.