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Intel traz novo supercomputador Ruby do LLNL que usa tecnologia exclusiva em pesquisas para o combate ao Covid-19

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Publicado em 16/11/2020 às 12:20

O supercomputador Ruby do Laboratório Nacional Lawrence Livermore é resultado de colaboração entre o instituto de pesquisa e as empresas Intel, Supermicro e Cornelis Networks. O sistema é formado por mais de 1.500 nós, cada um equipado com processadores escalonáveis Intel Xeon, além de 192 gigabytes de memória

A Intel acaba de anunciar que o Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL), um dos institutos de pesquisa científica mais importantes do mundo, irá usar processadores escaláveis Intel Xeon na construção do Ruby, seu mais novo cluster de computação de alto desempenho. O sistema Ruby será usado para trabalhos programáticos em apoio à missão da Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA) na busca por medicamentos e anticorpos para o combate ao SARS-CoV-2, vírus causador do Covid-19, e para outros projetos de ciência aberta do LLNL.
O Ruby é fruto da colaboração do LLNL com as empresas Intel, Supermicro e Cornelis Networks. O sistema é formado por mais de 1.500 nós, cada um equipado com processadores escalonáveis Intel Xeon, além de 192 gigabytes de memória. O desempenho máximo do Ruby deve chegar a 6 petaflops, colocando-o entre os 100 supercomputadores mais potentes do mundo.
O supercomputador Ruby no combate ao Covid-19

O supercomputador Ruby irá ajudar na solução de vários desafios da ciência, em diversas frentes. O sistema é perfeito para a execução de cálculos de docking molecular usados em áreas como pesquisa de medicamentos. Recentemente, os pesquisadores do LLNL começaram a usar o Ruby para identificar possíveis compostos capazes de se ligar a sítios de proteínas na estrutura do SARS-CoV-2. O trabalho desenvolvido a nível molecular pode ajudar no desenvolvimento de vacinas e auxiliar os pesquisadores que buscam medicamentos para combater a COVID-19.
Outros usos do Ruby incluem simulações em grande escala de dinâmica de plasma e produção de nêutrons no sistema MegaJOuLe Neutron Radiografia do LLNL, além de simulações para pesquisas de fusão por confinamento inercial realizadas pela Instalação National de Ignição (NIF) e pela chamada z-machine dos Laboratórios Nacionais Sandia. O sistema também será usado para pesquisas envolvendo a detecção de asteroides, a formação de luas, a fissão de alta fidelidade e várias outras por meio dos programas Computing Grand Challenge e Laboratory Directed Research and Development do LLNL."Nossa parceria de longa data com o Laboratório Nacional Lawrence Livermore segue impulsionando avanços tremendos na pesquisa científica e descobertas em uma ampla gama de aplicações", afirma Trish Damkroger, vice-presidente e gerente geral para High Performance Computing na Intel. "Estamos muitos felizes em ver o supercomputador Ruby contribuindo com as pesquisas de combate ao Covid-19."
Vale ressaltar que o  supercomputador Ruby conta com financiamento do Programa de Simulação e Computação Avançada da NNSA, do Programa de Computação Institucional e Multiprogramática do Laboratório e da Lei de Auxílio no Combate ao Coronavirus (CARES Act) dos EUA.