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Kaspersky Lab diz que usuários de Mac e PC sofrem o mesmo nível de ameaças online

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Publicado em 19/02/2015 às 13:00


A Kaspersky Lab apresenta os resultados de uma pesquisa realizada pela companhia, em parceria com a B2B International, que aponta risco de ameaça semelhante para usuários do sistema operacional da Apple em relação a outras tecnologias. Segundo o levantamento, 24% dos usuários de desktops Apple e 10% dos usuários de notebooks da Apple encontraram malwares durante o ano. O número de proprietários de PCs afetados é ligeiramente superior a 32%.



Em contrapartida, os problemas envolvendo malwares, tais como ransomware, foram enfrentados por 13% dos proprietários de Mac em comparação com 9% dos usuários do Windows. O caso é semelhante para ameaças de segmentação de dados financeiros: estes incidentes foram relatados por 51% dos usuários do OS X e 43% dos usuários do Windows.



A diferença, segundo o estudo, pode não ser apenas de tecnologia, mas sim de conscientização dos usuários. Isso pelo fato de que os usuários de Mac geralmente são menos conscientes das ameaças da internet do que os clientes da plataforma Windows. Por exemplo, 39% dos proprietários de MacBook nunca, ou quase nunca, ouviram falar de ransomware, e 30% não sabem sobre programas maliciosos perigosos que podem explorar vulnerabilidades do software.Esse número é maior do que entre os donos de dispositivos com outros sistemas.



O levantamento mostra que metade dos usuários de Mac ainda negligencia a necessidade de soluções de segurança para internet em seus dispositivos: apenas 47% dos MacBooks e 59% dos desktops da Apple estão protegidos. Além disso, quando os usuários da Apple escolhem uma solução de segurança para os seus dispositivos, na maioria dos casos (41%) o preço é sua principal prioridade, em comparação com 36% que consideram a qualidade de detecção de malware. Em terceiro lugar, está o impacto que a solução tem sobre o desempenho do dispositivo (33%). os usuários de Windows colocam a eficiência de detecção de malware em primeiro lugar (47%), o custo da solução em segundo lugar (42%), e a capacidade da solução em combater as ameaças da web em terceiro lugar (31%).