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McAfee divulga relatório trimestral sobre ameaças mostra expansão global do cibercrime

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Publicado em 14/11/2012 às 14:30


 



A McAfee divulga o Relatório da McAfee sobre Ameaças: Terceiro trimestre de 2012. A análise revela que ataques móveis quase dobraram de volume em relação ao trimestre anterior, além de apontar novos detalhes da Operação High Roller e um recorde histórico em violações de bancos de dados. O McAfee Labs constatou ainda aumento em algumas categorias de malware, incluindo ransomware (vírus sequestradores) e binários assinados. As ameaças para Mac e os rootkits apresentaram crescimento, enquanto vírus de AutoRun e cavalos de Troia para roubo de senhas também continuam em alta.



No terceiro trimestre de 2012, o McAfee Labs identificou que o ataque denominado Operação High Roller, uma fraude financeira identificada no início deste ano pelo McAfee Labs e pela Guardian Analytics, espalhou-se para além da Europa, incluindo Estados Unidos e Colômbia. Os golpistas estabeleceram um sistema de transferência automática (ATS), que foi utilizado para atacar instituições financeiras europeias, e escolheram como alvo uma grande instituição financeira multinacional dos EUA.



No terceiro trimestre, o número de amostras exclusivas de ransomware (ameaças que extorquem dinheiro de suas vítimas) cresceu em mais de 43%, tornando-se uma das áreas de maior crescimento de golpes on-line.



O volume do ataque “Zoo” chegou a 100 milhões de amostras, conforme previsto. Este malware para dispositivos móveis quase dobrou em relação ao total do trimestre anterior, sendo que a plataforma Android continuou como alvo preferencial.



O número total de violações de dados em 2012 ultrapassou o registrado em todo o ano de 2011. Neste ano, quase 100 novas vulnerabilidades relacionadas a bancos de dados foram descobertas ou corrigidas pelos desenvolvedores.



Também foram constatadas que as ameaças na rede e em mensagens, no terceiro trimestre apresentaram crescimento de 20% em URLs suspeitos, com um grande número de malwares hospedados nesses endereços. Quase 64% dos URLs suspeitos recém-descobertos estão localizados na América do Norte.